Dólar fecha em alta de R$ 5,58 com decisões do Fed e sanções a Moraes

Dólar fecha em alta a R$ 5,58, repercutindo decisões do Fed e sanções a Moraes

O dólar comercial encerrou o dia em alta, porém abaixo dos R$5,60 e distante do valor mais alto registrado, após os EUA excluírem alguns produtos brasileiros da cobrança de tarifas de 50%, o que trouxe certo alívio ao mercado. A moeda norte-americana fechou o dia valendo R$5,5885, configurando um aumento de 0,36%. No acumulado do ano, o dólar apresenta uma queda de 9,56%.

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O mercado cambial esteve atento à correção dos rendimentos dos Treasuries e às decisões de juros do Federal Reserve e do Copom. Ambas as instituições mantiveram as taxas, conforme amplamente previsto. Enquanto isso, às 17h03, na B3, o dólar para agosto apresentava estabilidade, cotado a R$5,5815.

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Impasse entre Brasil e EUA no radar dos investidores

A tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos continua sendo um dos principais pontos de atenção para os investidores. O presidente americano, Donald Trump, reiterou a imposição de tarifas a produtos brasileiros e afirmou que o prazo para início dessas taxações se mantém firme para 1º de agosto, sem prorrogações.

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Diante dessa situação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mencionou a possibilidade de uma nova conversa com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. O governo brasileiro aguardará a decisão final dos EUA antes de tomar medidas em resposta ao aumento das tarifas.

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Decisões dos bancos centrais influenciam mercados

A Super Quarta foi marcada pelas decisões de juros do Fed e do Copom, que, como esperado, optaram por manter as taxas inalteradas. No comunicado, o Federal Reserve destacou a taxa de desemprego baixa e as condições sólidas do mercado de trabalho, mencionando ainda a persistência da inflação em patamares elevados. Essa decisão gerou expectativas de que o banco central americano pode não realizar cortes nas taxas em setembro.

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Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou preocupação com as medidas adotadas por Trump, alegando que ferem a soberania nacional. Em entrevista ao New York Times, Lula afirmou que o Brasil trata o assunto com seriedade, mas sem subserviência.

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Setor privado dos EUA cria 104 mil empregos em julho

Segundo dados da pesquisa ADP, o setor privado dos Estados Unidos gerou 104 mil empregos em julho, levemente abaixo das expectativas dos analistas. As ações americanas fecharam em queda nesta quarta-feira, influenciadas pela postura do Federal Reserve, que sinalizou menor possibilidade de cortes nas taxas de juros.

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O mercado segue acompanhando de perto a evolução das relações comerciais entre Brasil e EUA, assim como as decisões dos bancos centrais, que impactam diretamente os investimentos e a economia global. A expectativa agora se volta para os próximos desdobramentos desses cenários e como os mercados reagirão diante das incertezas e das medidas adotadas pelos governos.

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