O dólar encerrou praticamente estável frente ao real nesta quinta-feira, em uma sessão marcada pela sanção de Donald Trump ao projeto que encerra a paralisação do governo dos Estados Unidos. Com isso, abre-se espaço para a divulgação de dados econômicos.
O dólar à vista fechou com leve alta de 0,09%, atingindo R$ 5,2982 na venda. No acumulado do ano, a moeda norte-americana registra queda de 14,25%.
Por volta das 17h03, o contrato de dólar futuro para dezembro, o mais negociado no Brasil, subia 0,06% na B3, sendo cotado a R$ 5,3175.
Em relação ao dólar comercial, o valor para compra estava em R$ 5,283 e para venda em R$ 5,284. Já para o dólar turismo, a compra era de R$ 5,305 e a venda de R$ 5,485.
Com a aprovação do projeto no Congresso dos EUA e a sanção de Trump, a paralisação do governo americano chegou ao fim. Isso permitirá a retomada de programas como o de assistência alimentar, o pagamento de salários atrasados a servidores federais, além da normalização do controle de tráfego aéreo.
A volta das divulgações de dados econômicos pelos órgãos federais nos próximos dias é aguardada pelos agentes econômicos para a calibragem das apostas sobre os juros nos Estados Unidos.
A incerteza quanto às futuras ações do Federal Reserve em relação aos cortes de juros persiste, conforme pontua Felipe Cima, analista da Manchester Investimentos. A ausência de novidades no acordo entre EUA e China contribui para um cenário de indecisão nos mercados.
O dólar apresentou oscilações ao longo do dia, recuando em relação a algumas moedas estrangeiras e refletindo esse ambiente de incerteza. O índice do dólar, que compara a moeda americana a outras seis divisas, registrava queda de 0,32%, chegando a 99,165 às 17h09.
Após atingir a mínima intradia de R$ 5,2736 (-0,37%) pela manhã, o dólar se aproximou da estabilidade e registrou pequenas valorizações ao longo do dia. Em meio a sinais mistos no mercado externo, a moeda norte-americana encerrou a sessão com leve alta.
O desempenho do dólar ante as divisas de exportadores de commodities era variável, enquanto em relação às moedas fortes apresentava queda. Esse cenário turbulento influenciou as cotações no Brasil ao longo do dia.
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