Dólar dispara com pressão da inflação nos EUA e expectativa por julgamento de Bolsonaro

Dólar sobe impulsionado por inflação nos EUA e julgamento de Bolsonaro

O dólar comercial operou em alta frente ao real nesta segunda-feira, impulsionado pelos dados de inflação divulgados nos Estados Unidos. A cotação do dólar à vista subiu 0,46%, chegando a R$ 5,438 na venda. Já na B3, a moeda para outubro cedeu 0,17%, ficando em R$ 5,436.

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Influências internas e externas

Além dos números da inflação americana, o mercado financeiro no Brasil acompanha atentamente o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, com uma decisão sobre sua responsabilidade na tentativa de golpe de Estado prevista para o final da semana.

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Contexto externo

No cenário global, a renúncia do primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, trouxe instabilidade política e econômica para a quarta maior economia do mundo. O movimento de incerteza no Japão influenciou o mercado cambial, com o iene cedendo ante o dólar.

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Projeções e expectativas

O relatório Focus do Banco Central mostrou poucas mudanças nas projeções dos economistas para o câmbio no final de 2025 e 2026. A mediana prevista para o dólar no encerramento deste ano foi de R$ 5,56 para R$ 5,55, ficando cerca de R$ 0,14 acima do valor atual. Já para o final de 2026, a mediana passou de R$ 5,62 para R$ 5,60.

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Análise e perspectivas

Estrategistas do Morgan Stanley apontaram que uma queda do real abaixo de R$ 5,40 é possível, desde que o dólar mantenha fraqueza e considerando o carry trade atrativo da moeda. Entretanto, destacaram que o ímpeto dessa queda deve diminuir significativamente.

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Leilão do Banco Central

Para fins de rolagem do vencimento de 1º de outubro de 2025, o Banco Central realizará um leilão de até 40.000 contratos de swap cambial tradicional. Esse movimento faz parte das estratégias adotadas pela instituição para gerenciar a demanda e oferta de dólares no mercado.

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O cenário internacional e os desdobramentos políticos no Brasil e Japão continuam a influenciar as oscilações do dólar frente ao real. Os investidores seguem atentos aos movimentos dos principais agentes econômicos e políticos, respondendo de forma dinâmica às notícias que moldam o cenário financeiro global.

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