Dólar avança após feriado com novos dados dos EUA e alívio nas tarifas

Dólar sobe após divulgação de dados nos EUA e alívio tarifário

O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (21) após o feriado, acompanhando o avanço da moeda norte-americana em relação a várias divisas no exterior. O mercado brasileiro reagiu também às notícias de que os EUA divulgaram novos dados econômicos e removeram tarifas de produtos do Brasil.

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Às 9h07, o dólar à vista caía 0,36%, sendo vendido a R$ 5,358. Enquanto o contrato de dólar futuro para dezembro, o mais negociado no Brasil, subia 0,54% na B3, alcançando R$ 5,368.

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Dados do Mercado Cambial

- Dólar Comercial: - Compra: R$ 5,357 - Venda: R$ 5,358

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- Dólar Turismo: - Compra: R$ 5,353 - Venda: R$ 5,533

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Impacto dos Dados Econômicos dos EUA

A semana encerrou com o dólar em alta, refletindo uma redução das expectativas dos investidores em relação a novas medidas de flexibilização monetária pelo Federal Reserve no próximo mês. O relatório de emprego (payroll) dos EUA divulgado na quinta-feira mostrou uma aceleração na criação de vagas em setembro, porém, a taxa de desemprego subiu para 4,4%, o maior nível em quatro anos.

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Esses dados mistos reforçaram a percepção de que o Fed pode manter os juros inalterados em dezembro, dadas as incertezas econômicas decorrentes da recente paralisação do governo americano. Atualmente, o mercado estima uma probabilidade de apenas 27% de o banco central reduzir os juros no próximo mês.

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Perspectiva do Dólar

Com as incertezas no cenário econômico global, os investidores devem continuar atentos às movimentações do mercado cambial, que podem ser influenciadas por novos dados econômicos e eventos geopolíticos. A relação do dólar com o real deve seguir volátil, sujeita a oscilações conforme as notícias impactam as bolsas de valores e as decisões de política monetária.

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Em resumo, o mercado financeiro segue em constante movimento, respondendo a eventos internacionais e decisões de entidades econômicas, o que mantém a volatilidade nas cotações do dólar e demais ativos no Brasil e no exterior. A tendência é de que o dólar continue sendo influenciado por fatores externos e internos, refletindo a busca por segurança dos investidores em meio à instabilidade econômica global.

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