Diretor da JBS afirma que empresa está pronta para aproveitar possível mudança no mercado pecuário brasileiro

JBS se prepara para possível virada do ciclo pecuário no Brasil

A JBS, maior produtora global de carnes, está se preparando para uma provável virada do ciclo pecuário no Brasil. Eduardo Pedroso, diretor-executivo de Originação da Friboi JBS, destacou que nos últimos 24 meses houve um aumento significativo do desfrute do rebanho nacional, resultando em uma sobreoferta muito grande e permitindo maior processamento nas indústrias do país.

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Menor oferta de bovinos em prospecto

Pedroso apontou que há sinais de uma menor oferta no próximo ano no Brasil, principal exportador global de carne bovina. Em contrapartida, outros países como os Estados Unidos enfrentam escassez de animais para abate.

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Estratégias da JBS para manter o volume de produção

Para lidar com os desafios da iminência da virada do ciclo pecuário, a JBS está se preparando com parcerias, contratos e relacionamento próximo com pecuaristas no Brasil. O diretor destacou a mudança de estratégia da empresa, que agora trabalha cada vez mais com contratos a termo no país.

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Expectativas para o mercado de abates

De acordo com a consultoria Datagro, os abates de bovinos no Brasil devem registrar queda de mais de 9% em 2026 na comparação com este ano, chegando a 37,1 milhões de cabeças. Essa redução é prevista após um crescimento de cerca de 3% em 2025 em relação ao ano anterior e um aumento de mais de 16% entre 2023 e 2024.

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Impactos no preço da arroba do boi gordo

Mudanças no ciclo pecuário, como o movimento de abate de matrizes seguido pela retenção de fêmeas para a produção de bezerros, costumam impactar os preços da arroba do boi gordo. Atualmente, o mercado está equilibrado, com as cotações oscilando entre R$330 e R$290, segundo dados da Datagro.

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Perspectivas para o ciclo pecuário no Brasil

O diretor da JBS destacou que a incorporação de tecnologias e manejos tem amenizado os efeitos do ciclo de baixa, suavizando os impactos esperados. A visão é de que, com a evolução das práticas no campo e a integração lavoura-pecuária, o ciclo pecuário possa ser mitigado.

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Previsões da Associação das Indústrias de Carne do Brasil

Roberto Perosa, presidente da Abiec, mostrou confiança em relação ao mercado, discordando da projeção de queda nos abates para o próximo ano. Ele mencionou fatores como a melhoria genética do rebanho, prevendo um aumento na produção.

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Estabilidade do consumo interno de carne bovina

Perosa não acredita em uma redução no consumo interno de carne bovina no Brasil, inclusive prevendo possíveis incentivos ao consumo no próximo ano, que é eleitoral. Com o pleno emprego e o aumento da renda da população, a expectativa é que o consumo da carne bovina se mantenha estável ou até cresça em 2026.

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