Desvendando os bastidores da queda de 11,9% na produção da PRIO que surpreendeu sem impactar analistas

Produção da PRIO cai 11,9% no 3º trimestre

A PRIO divulgou uma queda de 11,9% na produção no terceiro trimestre, atingindo 88,2 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd), menor do que o registro anterior de cerca de 100 mil boepd. A interrupção decorreu da paralisação do campo de Peregrino por ordem da ANP, paralisação já precificada pelo mercado, segundo analistas do Itaú BBA, JPMorgan e Goldman Sachs.

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Reação do mercado

Após o anúncio da queda na produção, as ações da PRIO operavam em queda de 0,63% às 16h10, cotadas a R$ 37,80. No entanto, estrategistas dos três bancos citados afirmam que a paralisação em Peregrino não impacta de forma significativa as perspectivas para a empresa, com a retomada dos trabalhos prevista para os próximos dias.

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Avaliação dos analistas

O relatório do JPMorgan indica que os números divulgados estão em linha com as estimativas, e até superaram as projeções internas do banco. O destaque positivo foi o desempenho dos offtakes, com embarques de petróleo somando 7,4 milhões de barris, superando as expectativas em 11,1%. O banco mantém recomendação de overweight para as ações da PRIO.

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Perspectivas futuras

Os analistas do Itaú BBA ressaltam a expectativa de recuperação da produção a partir de outubro, após os contratempos em setembro, e mantêm o preço-alvo de R$ 62 por ação da PRIO3 ao fim deste ano. Já o Goldman Sachs, com recomendação neutra para o papel, estipula preço-alvo de R$ 47,50 em 12 meses, levando em consideração os riscos relacionados às variações no preço do petróleo, câmbio entre real e dólar, e emissão de licenças operacionais.

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Conclusão

Apesar da queda na produção da PRIO no terceiro trimestre, a paralisação em Peregrino não abalou as projeções dos analistas do mercado financeiro. A expectativa é de retomada das atividades e recuperação dos volumes produzidos nos próximos meses, com recomendações variando entre overweight e neutra para as ações da empresa. Os desafios e riscos relacionados ao setor de produção de petróleo delineiam a análise dos especialistas, que acompanham de perto a evolução da PRIO no mercado.

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