Desvalorização vertiginosa: Ações da Oi despencam mais de 30% devido à falência decretada pela Justiça

Ações da Oi caem mais de 30% após decretação de falência

As ações da Oi despencaram mais de 30% após a Justiça do Rio de Janeiro decretar a falência da empresa. A queda acentuada ocorreu logo no início do pregão e se agravou ao longo do dia. Às 14h30 (horário de Brasília), a ação OIBR4 desabava 35,41%, a R$ 3,01, antes de entrar em leilão, enquanto a OIBR3 caía 35,71%, a R$ 0,18, entrando em leilão às 14h17.

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A juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, assinou o despacho determinando a convolação do processo de recuperação judicial em falência. Ela destacou que não há mais margem para recuperação da empresa, descrevendo a Oi como tecnicamente falida.

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Implantação de liquidação ordenada dos ativos da Oi

A magistrada também determinou a liquidação organizada dos ativos da empresa, visando maximizar o valor para pagamento dos credores. A intenção é garantir a continuidade dos serviços de conectividade e buscar a maximização de ativos em benefício de todos os envolvidos no processo.

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A operação da Oi ficará temporariamente a cargo do escritório Preserva-Ação, um dos administradores judiciais do processo. A empresa já estava sob intervenção desse escritório após o afastamento da diretoria e do conselho. Os outros dois administradores, dos escritórios K2 e Wald, foram dispensados pela Justiça.

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Oi declara insolvência e impossibilidade de pagamento de dívidas

A decisão de decretar a falência da Oi veio após a empresa e seu interventor apontarem a situação de insolvência dos negócios, destacando a incapacidade de quitar as dívidas e adotar medidas para reequilibrar o caixa. A empresa também descumpriu partes do plano de recuperação em andamento.

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A juíza autorizou os credores a convocarem uma assembleia para eleger um comitê responsável pela liquidação da empresa, suspendendo todas as ações e execuções contra a falida por ordem judicial.

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Histórico de endividamento da Oi

A Oi entrou em recuperação judicial pela primeira vez em 2016, acumulando dívidas de R$ 65 bilhões. Atualmente, atravessa sua segunda recuperação, com mais de R$ 15 bilhões ainda pendentes de pagamento, tanto dentro quanto fora do processo de recuperação.

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A empresa havia solicitado alterações no plano de recuperação recentemente para flexibilizar os acordos com os credores, porém, as tentativas não foram bem-sucedidas. Além disso, a Oi tentou abrir um processo de recuperação nos Estados Unidos, sem êxito.

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A decretção da falência da Oi não afeta as subsidiárias Serede e Tahto, que continuam em recuperação judicial.

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