As ações da Odontoprev (ODPV3) sofreram uma forte queda após a divulgação do resultado do terceiro trimestre. O lucro líquido recorrente da empresa foi de R$128,7 milhões, representando uma diminuição de 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Ebitda ajustado da operadora de planos odontológicos atingiu R$178 milhões, um aumento de 0,9% em relação ao ano anterior, enquanto a receita operacional líquida cresceu 5,4%, alcançando R$602 milhões.
De acordo com analistas do BTG Pactual, o desempenho da Odontoprev não apresentou a mesma força observada nos trimestres anteriores. O tíquete médio não teve avanço sequencial e a sinistralidade piorou em todos os segmentos.
Em relação aos números, o tíquete médio consolidado da empresa foi de R$22,44, comparado a R$21,95 no ano anterior e a R$22,74 no segundo trimestre de 2025. Já a sinistralidade consolidada atingiu 40,6%, enquanto no mesmo período do ano anterior era de 37,7% e três meses antes estava em 36,7%.
Apesar dos desafios apresentados, os resultados da Odontoprev contaram com uma expansão significativa da base de usuários, com a adição líquida de 151 mil novos clientes no trimestre.
No mercado financeiro, as ações da empresa chegaram a cair 8,76%, sendo negociadas a R$11,66, no pior momento chegaram a R$11,64 (-8,92%). Enquanto isso, o índice de Small Caps, no qual os papéis da Odontoprev estão inclusos, subia 1,26%.
Esses números refletem um cenário desafiador para a empresa no terceiro trimestre de 2025. Ainda que tenha apresentado um crescimento na receita operacional líquida, a queda no lucro líquido e os indicadores de sinistralidade foram fatores que impactaram negativamente o desempenho das ações da Odontoprev. A análise dos analistas do BTG Pactual alerta para a necessidade de acompanhamento e ajustes estratégicos para a empresa superar os obstáculos observados no último trimestre.
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