O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou as diretrizes para o próximo Leilão de Capacidade de Energia, previsto para março de 2026. Com o objetivo de dar mais flexibilidade ao sistema elétrico brasileiro, o certame será dividido em duas etapas, com diferentes fontes competindo separadamente.
Segundo estimativas do Bank of America (BofA), a demanda total pode ultrapassar os 20 Gigawatts (GW) médios em contratos de térmicas e hidrelétricas até 2030.
O BofA aponta a Eneva como a principal beneficiada do leilão, prevendo que a empresa poderá renovar parte significativa de sua capacidade instalada, além de abrir caminho para novos projetos. Já a Copel é destacada como a maior beneficiada no segmento hidrelétrico, devido às vantagens de seus projetos de expansão.
O Santander também destaca a Eneva como uma das empresas com potencial transformacional no leilão, principalmente devido às diretrizes que permitem a competição de usinas térmicas novas e existentes nos mesmos produtos para os próximos anos. A instituição estima oportunidades de valorização tanto para ativos existentes quanto para novos projetos, como a usina Celse 2.
O Banco Santander calcula o potencial de valorização de ativos existentes e novos projetos da Eneva, considerando o custo nivelado de capacidade (LCOC) e o retorno-alvo de dois dígitos. A instituição ressalta, no entanto, que a demanda será crucial para definir os retornos finais do leilão.
Com base nas diretrizes propostas pelo MME, o Santander estima que o leilão poderá apresentar uma demanda total entre 12 GW e 15 GW. A definição final do preço-teto e da demanda total por produto são aguardadas pelo mercado para novas projeções e avaliações.
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