Na última semana, o Ibovespa encerrou em terreno positivo, interrompendo três semanas seguidas de baixa. Registrando alta de 1,93%, o índice fechou em 143.398 pontos. Oscilou entre 140.681 e 143.424 pontos, recuperando-se do recuo após atingir máxima histórica de 147.578 pontos. O recente movimento ascendente pode indicar uma nova tentativa de teste das máximas, principalmente se acompanhado por aumento de volume.
No gráfico diário, o Ibovespa encerrou em alta, operando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Para manter o viés positivo, será crucial romper as resistências em 143.606/144.531 pontos e, posteriormente, 145.100/146.520 pontos. Por outro lado, a perda dos suportes em 141.153/140.231 pontos pode sinalizar pressão vendedora, com alvos em 139.581/137.058 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) marca 53,14, em condição neutra, sem indicações claras de sobrecompra ou sobrevenda.
Os contratos de mini-índice (WINZ25), com vencimento em dezembro, encerraram em alta de 0,99% a 146.450 pontos, após um pregão de correção. O suporte imediato em 146.220/146.020 pontos é fundamental para evitar a retomada do movimento vendedor. Já a resistência em 146.545/146.970 pontos representa o primeiro obstáculo significativo para novas altas. No gráfico de 60 minutos, o ativo mantém-se acima das médias de 9 e 21 períodos, indicando controle comprador a curto prazo.
Os contratos de minidólar (WDOX25), com vencimento em novembro, encerraram em baixa de 0,88%, cotados a 5.425 pontos. Após três sessões seguidas de baixa, o ativo segue com fluxo negativo a curto/médio prazo. No gráfico de 15 minutos, destaca-se o suporte em 5.421/5.407 e a resistência em 5.430/5.435,5, níveis que podem orientar o comportamento dos preços no pregão atual. No gráfico de 60 minutos, o minidólar opera acima das médias móveis curtas, sugerindo espaço para um repique, embora o viés ainda seja influenciado pela força vendedora.
Os contratos de Bitcoin (BITV25), com vencimento em outubro, fecharam em queda de 1,52%, cotados a 583.820 pontos. Esse foi o quarto recuo consecutivo, consolidando um cenário de alta volatilidade e um viés corretivo após perdas recentes. No gráfico diário, o Bitcoin futuro opera abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, indicando domínio do fluxo vendedor a curto prazo. Porém, um possível repique técnico pode se delinear caso haja tentativa de recuperação após as quedas. O IFR (14) marca 37,44, em zona neutra, porém próxima da faixa de sobrevenda. Romper abaixo de 568.800 pontos pode fortalecer o fluxo de baixa, enquanto a retomada do viés comprador exigirá superar os 585.900/588.880 pontos.
Os cenários para os minicontratos de dólar, índice e Bitcoin nesta segunda-feira (20) sugerem movimentações distintas nos mercados financeiros. Enquanto o Ibovespa busca recuperar as máximas, o minidólar enfrenta pressão vendedora e o Bitcoin continua em correção após quedas recentes. A atenção aos suportes, resistências e médias móveis é essencial para avaliar possíveis cenários e tomadas de decisão pelos investidores.
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