Executivos da Eneva comentaram sobre a perspectiva de um aumento significativo na operação das usinas termelétricas da empresa nos próximos meses. A expectativa é de um despacho intenso para o complexo termelétrico Parnaíba, especialmente no segundo semestre e até novembro, devido aos atuais preços de energia e custos de operação mais elevados durante o período seco.
A Eneva reforçou a importância da realização de um leilão pelo governo para contratar mais capacidade para o setor elétrico brasileiro. O diretor-presidente, Lino Cançado, ressaltou a urgência de adição de capacidade no sistema energético do país, em consonância com as declarações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e do Ministério de Minas e Energia.
No segundo trimestre, a Eneva registrou R$566 milhões em investimentos para o desenvolvimento de novos negócios. A empresa aguarda o leilão de reserva de capacidade para tentar recontratar algumas de suas usinas e viabilizar novos empreendimentos. O governo cancelou o certame previsto para este ano, com previsão de uma nova licitação apenas em 2026.
Em relação à exploração, o diretor-presidente da Eneva informou que a empresa está finalizando o processo sísmico da Bacia do Paraná e planeja perfurar apenas em 2027. A companhia encontra-se em fase de preparação para possíveis oportunidades de investimento que surgirão no setor energético nos próximos anos.
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