Declaração de Galípolo impulsiona queda nas taxas dos DIs após conversa entre Lula e Trump ser revelada

Taxas dos DIs no Brasil fecham em queda após comunicações importantes

As taxas dos DIs encerraram em baixa nesta segunda-feira no Brasil, com destaque para a conversa por telefone entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio às negociações comerciais entre os países.

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A taxa do DI para janeiro de 2028 ficou em 13,465% no fim da tarde, abaixo dos 13,522% da sessão anterior. Já a taxa para janeiro de 2029 marcou 13,36%, ante os 13,43% registrados anteriormente. No mercado de contratos longos, o contrato para janeiro de 2035 tinha taxa de 13,660%, levemente abaixo dos 13,666% anteriores.

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No início da sessão, a oscilação das taxas dos DIs refletiu a tendência de alta dos rendimentos dos Treasuries no exterior, porém, ao longo da manhã, elas apresentaram queda, influenciadas pelos comentários do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo telefonema entre Lula e Trump.

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Durante evento em São Paulo, Galípolo destacou que, apesar da dispersão da inflação ter diminuído desde abril, a inflação de serviços ainda se mantém acima da meta, o que representa um desafio para o BC. Ele reiterou o compromisso da instituição em buscar a meta de 3% de inflação e em manter a taxa de juros em níveis restritivos por um período prolongado.

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Além dos comentários de Galípolo, a conversa entre Lula e Trump foi vista positivamente pelo mercado, contribuindo para a redução das taxas dos DIs. A expectativa de um encontro pessoal entre os presidentes em breve também repercutiu nos mercados.

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Ao longo do dia, a probabilidade de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, em novembro, atingiu 99%. No mercado internacional, os rendimentos dos Treasuries continuaram em alta, com o rendimento do Treasury de dez anos subindo para 4,166% no fim da tarde.

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O boletim Focus do BC indicou que as projeções dos economistas do mercado para a inflação em 2025 e 2026 se mantiveram praticamente estáveis. A mediana das projeções para a Selic permaneceu em 15% para o encerramento deste ano e em 12,25% para o próximo ano.

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Palavras finais

Com os desdobramentos das comunicações importantes entre líderes e as perspectivas do mercado em relação à política monetária, o cenário financeiro se mantém em constante movimentação, refletindo as expectativas dos investidores diante das variáveis econômicas nacionais e internacionais.

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