Os contratos de minidólar (WDOF26) encerraram a última sessão em baixa de 0,45%, cotados a 5.361,5 pontos. Essa queda ocorreu devido ao enfraquecimento do dólar em nível global, impulsionado por sinais de desaceleração na economia dos EUA.
O mercado também esteve atento às questões fiscais e às declarações de Galípolo, que alertaram sobre o ciclo de juros, além do leilão de swaps do BC, que aumentou a volatilidade. A produção industrial nacional subiu 0,1% em outubro, abaixo das expectativas.
Na análise do gráfico de 15 minutos, o minidólar encerrou em queda, reforçando o viés vendedor. Para retomar a alta, seria necessário romper a resistência em 5.379,5/5.400 pontos. Por outro lado, se romper o suporte em 5.360/5.343 pontos, a pressão vendedora pode intensificar.
No gráfico diário, a tendência de curto prazo segue negativa, com o ativo abaixo das médias móveis de curto prazo. Uma reversão exigiria rompimento da resistência em 5.400/5.428,5 pontos. Por outro lado, se perder o suporte em 5.360/5.321, a estrutura baixista pode se confirmar.
No gráfico de 60 minutos, o minidólar opera abaixo das médias móveis, indicando dominância vendedora no curto prazo. Para uma possível recuperação, seria crucial romper a faixa de 5.378,5/5.400 pontos. Já se o suporte em 5.360/5.343,5 for rompido, o movimento de baixa pode se intensificar.
O cenário do minidólar tem sido influenciado por fatores externos, como indicadores econômicos dos EUA, além de questões fiscais e leilões do BC. Os traders devem ficar atentos aos níveis de suporte e resistência, bem como às médias móveis, para identificar possíveis movimentações no mercado.
Para mais análises técnicas e informações sobre o mercado financeiro, é importante acompanhar fontes confiáveis e estar atualizado com as últimas notícias que impactam o cenário econômico global.
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