CVM recusa proposta de acordo com Master e Vorcaro em caso de infrações no mercado imobiliário

CVM rejeita acordo com Master e Vorcaro sobre irregularidades envolvendo FII

Na terça-feira (2), o colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) rejeitou as propostas de acordo apresentadas pelo Banco Master, Viking Participações, Daniel Vorcaro, Entre Investimentos e Participações, e pelo diretor responsável por esta, Antônio Carlos Freixo Junior. As propostas totalizavam R$ 21,3 milhões e tinham como objetivo encerrar um processo sancionador que investiga irregularidades na emissão e distribuição de cotas de fundos de investimento fechados.

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O Comitê de Termo de Compromisso (CTC), composto por representantes da área técnica da reguladora, se posicionou a favor do acordo, mas o colegiado da CVM tomou a decisão contrária.

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Detalhes sobre as propostas rejeitadas

A Entre Investimentos, envolvida em transações de cotas do Brazil Realty FII, propôs o pagamento de R$ 4,95 milhões, enquanto o diretor Antônio Carlos Freixo Junior ofereceu R$ 2,475 milhões para encerrar o processo. Já o Banco Master, a Viking Participações e Daniel Vorcaro apresentaram uma proposta conjunta: R$ 5,94 milhões, R$ 4,95 milhões e R$ 2,97 milhões, respectivamente.

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O Master foi acusado como subscritor da 3ª emissão de cotas do Brazil Realty FII, a Viking como contraparte nas negociações de cotas do fundo, e Vorcaro como diretor do Banco Máxima (atual Banco Master) e responsável pela Viking.

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Contexto do caso

As propostas recusadas mostram a complexidade do processo sancionador em curso na CVM, que busca punir possíveis irregularidades no mercado financeiro envolvendo fundos de investimento imobiliário. A rejeição dos acordos traz à tona a necessidade de investigações aprofundadas e rigor na aplicação das normas do setor.

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A recusa das propostas ainda pode impactar as partes envolvidas, que terão que lidar com as consequências e desdobramentos judiciais decorrentes da decisão do colegiado da CVM.

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Em meio a um cenário de constante movimentação nos mercados, a transparência e a conformidade com as regulamentações vigentes se mostram fundamentais para a manutenção da integridade do sistema financeiro e a proteção dos investidores. A atuação da CVM reforça a importância da fiscalização e do cumprimento das normas que regem o mercado de capitais no Brasil.

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