Associações ligadas ao mercado de capitais e ex-diretores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) reforçaram o pedido feito por superintendentes da instituição. Eles solicitam que a última vaga em aberto no Colegiado seja ocupada por um profissional do corpo técnico.
A Apimec Brasil expressou apoio à demanda dos supervisores e ressaltou a importância dos servidores de carreira na continuidade das políticas públicas e na estabilidade regulatória. Segundo a entidade, a experiência e o conhecimento dos servidores são fundamentais para a tomada de decisões colegiadas.
Já a Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec) também destacou a necessidade de preenchimento da vaga, afirmando que a composição incompleta do Colegiado tem prejudicado a atuação da CVM. A presença de um representante da área técnica, segundo a associação, traz diversidade e é uma alternativa viável para valorizar os servidores da casa.
A diretora Marina Copola ressaltou a importância de ter um membro da área técnica no Colegiado, destacando que isso contribui para a preservação do histórico institucional da CVM e traz uma visão externa relevante para as dinâmicas internas do órgão colegiado.
Ex-diretores da autarquia também se posicionaram a favor do pedido dos superintendentes. Henrique Machado (2016-2020) e Flavia Perlingeiro (2019-2023) elogiaram a iniciativa dos superintendentes, destacando a competência técnica dos servidores da CVM e a importância da diversidade de visões no processo decisório.
O debate em torno da necessidade de nomear um servidor para a diretoria da CVM reflete a preocupação com a continuidade e eficiência das políticas públicas do mercado de capitais. A participação de um profissional do corpo técnico no Colegiado pode contribuir para fortalecer a instituição e garantir uma atuação mais qualificada e diversificada no órgão regulador.
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