Os contratos futuros de petróleo encerraram em baixa pela quarta sessão seguida, influenciados pela decisão da Opep+ de aumentar a produção em setembro. Na Nymex, o petróleo WTI para setembro caiu 1,70%, a US$ 65,16 o barril. Enquanto o Brent para outubro, negociado na ICE, teve queda de 1,62%, a US$ 67,64 o barril.
O Commerzbank alerta para um considerável excesso de oferta no horizonte, desaconselhando um aumento na produção da Opep+ no último trimestre. A incerteza paira sobre o mercado, com a possibilidade de tarifas secundárias dos EUA contra compradores de óleo russo deslocarem a oferta da commodity.
Donald Trump intensifica a pressão sobre a Rússia, ameaçando aumentar tarifas para a Índia, que mantém relações comerciais com o país. Além disso, o presidente dos EUA considera impor sanções adicionais à frota de petroleiros da Rússia, caso não haja um acordo sobre a Ucrânia até sexta-feira.
Para a Índia, o incentivo para continuar comprando petróleo russo permanece forte, desde que o país consiga lidar com o impacto das possíveis medidas. A Rystad Energy destaca a importância de a Índia enfrentar os desafios de segurança energética nesse contexto.
As oscilações nos preços do petróleo refletem a volatilidade do mercado diante das decisões da Opep+ e das pressões geopolíticas, especialmente envolvendo os EUA e a Rússia. A possibilidade de sanções adicionais e a incerteza sobre o equilíbrio da oferta e demanda continuam a influenciar as cotações da commodity no mercado internacional.
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