Correios revelam plano ousado para superar crise: fechamento de agências e investimento em fundo imobiliário

Correios planejam fechar 700 agências e desligar 10 mil funcionários

A direção dos Correios visa reduzir a folha salarial em R$2 bilhões ao ano com um plano de reestruturação que prevê o fechamento de cerca de 700 agências e unidades logísticas. Além disso, 10 mil funcionários devem ser desligados por meio de um plano de demissão voluntária (PDV), como medida para melhorar a situação financeira da empresa.

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Outra estratégia em andamento é a criação de um fundo imobiliário em parceria com a Caixa Econômica Federal, com 2.366 imóveis avaliados em R$5,4 bilhões. A proposta consiste em vender os imóveis, receber recursos e alugá-los, podendo incluir até mesmo o prédio que abriga a sede da estatal em Brasília.

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Redução de custos e aumento de receitas são desafios

O objetivo do plano de reestruturação é reestruturar a operação dos Correios sem a necessidade de aportes do governo. Para isso, a empresa pretende economizar cortando despesas fixas, como áreas com mão de obra ociosa e logísticas com sobreposição. A meta é chegar a 10 mil desligamentos no PDV, depois de apenas 3,6 mil adesões na última tentativa.

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Há, também, uma preocupação em negociar um novo acordo coletivo com confederações de trabalhadores, visando rever benefícios e cláusulas suspensas durante a tentativa de privatização da estatal no governo anterior.

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Expansão de serviços e parcerias estratégicas

Além do corte de despesas, os Correios planejam expandir o escopo de serviços oferecidos para atrair novos clientes e aumentar as receitas. Enquanto concorrentes evoluíram para empresas de tecnologia e serviços diversos, os Correios buscam nichos de mercado inexplorados.

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A empresa pretende mudar a logística para ampliar a prestação de serviços ao governo, como transporte de medicamentos e vacinas, e está em busca de parcerias inovadoras. Uma delas é com uma empresa estrangeira, que utiliza uma tinta com identidade impressa em caixas de despacho, facilitando o processo de envio de encomendas.

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Oferta de serviços financeiros e parcerias para sustentabilidade

Os Correios também planejam oferecer serviços financeiros em parceria com um banco, sem a necessidade de licitação. A ideia é explorar parcerias com empresas privadas em diversas áreas de negócio, visando a entrada de capital privado e um rearranjo societário que contribua para a sustentabilidade financeira da empresa.

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