Conheça Agostina Páez, a argentina envolvida em polêmica de racismo em bar de Ipanema

Advogada argentina investigada por injúria racial em bar de Ipanema

Agostina Páez, uma advogada argentina de 29 anos, está sendo investigada pela Justiça brasileira por ofensas racistas em um bar em Ipanema, no Rio de Janeiro. Após acusações de comportamento racista, Agostina teve seu passaporte apreendido e está utilizando tornozeleira eletrônica enquanto o inquérito segue em andamento.

Leia mais

No dia 14 de janeiro, durante uma discussão relacionada a um suposto erro no pagamento da conta, Agostina foi acusada de imitar um macaco, fazer sons do animal e usar a palavra "macaco" de forma pejorativa em direção a pessoas negras, segundo relatos. A vítima ainda afirmou ter sido chamada de "negro" de modo ofensivo pela advogada.

Leia mais

Imagens das câmeras de segurança do bar registraram parte do incidente, que agora embasa a investigação conduzida pela 11ª Delegacia de Polícia da Rocinha. Agostina Páez foi levada à delegacia, teve seu passaporte retido e, por determinação judicial, teve que usar tornozeleira eletrônica.

Leia mais

Perfil de Agostina Páez

Agostina Páez, natural de Santiago del Estero, no norte da Argentina, é advogada e influenciadora digital com presença nas redes sociais. Filha de Mariano Páez, um empresário do setor de transportes que enfrenta processos por violência de gênero na Argentina, Agostina agora está no centro de uma polêmica por seu envolvimento em um caso de injúria racial no Brasil.

Leia mais

Seu pai, Mariano Páez, foi preso em novembro por agressão e ameaças à ex-companheira, a advogada Estefanía Budan. Em dezembro, a Justiça argentina concedeu liberdade provisória ao empresário, mas impôs medidas como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com a vítima.

Leia mais

Em meio a essa situação, Agostina também enfrentou uma denúncia apresentada por ela contra Estefanía Budan, acusando-a de assédio, difamação e violência digital. A advogada argentina alega que publicações da ex-companheira de seu pai envolveram sua família, inclusive uma irmã menor de idade e a mãe que faleceu.

Leia mais

Agora, além do caso de injúria racial no Brasil, Agostina Páez ainda terá que lidar com as repercussões dos processos envolvendo seu pai na Argentina, o que gera um cenário complexo e delicado para a influenciadora digital.

Leia mais

Consequências legais

Agostina Páez responde por injúria racial no Brasil, um crime equiparado ao racismo no país. A pena prevista para esse tipo de crime varia de dois a cinco anos de prisão, sem possibilidade de fiança. Com a medida judicial de apreensão do passaporte e uso da tornozeleira eletrônica, a advogada argentina terá que aguardar o desenrolar das investigações e possíveis desdobramentos legais.

Leia mais

O caso de Agostina reflete um tema sensível e de extrema importância, tendo em vista a gravidade das ofensas racistas e a repercussão social que esses episódios podem gerar. A investigação em curso e as medidas tomadas pelas autoridades brasileiras demostram uma postura de combate a esse tipo de conduta, reafirmando o posicionamento de repúdio a atitudes discriminatórias.

Leia mais

A situação de Agostina Páez, que envolve tanto questões legais no Brasil quanto processos em andamento na Argentina, coloca em evidência a complexidade das relações interpessoais e familiares, bem como a responsabilidade perante as leis e normas tanto no âmbito nacional quanto internacional. O desfecho desse caso certamente terá desdobramentos significativos para todos os envolvidos e pode servir como exemplo de como condutas racistas e criminosas não serão toleradas.

Leia mais

Gostou deste story?

Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

Investidor Consciente