Na quinta-feira (13), o radar corporativo destaca os resultados de diversas empresas, incluindo Banco do Brasil (BBAS3), Equatorial (EQTL3), Casas Bahia (BHIA3), Vivo, entre outras.
**Banco do Brasil (BBAS3):**- O Banco do Brasil divulgou lucro líquido ajustado de R$3,785 bilhões no terceiro trimestre de 2025, 60% menor que o mesmo período de 2024.
**Equatorial (EQTL3):**- A Equatorial teve lucro líquido ajustado de R$830 milhões no terceiro trimestre, representando um aumento de 4,9% em relação ao ano anterior.
**Casas Bahia (BHIA3):**- O Grupo Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$496 milhões no terceiro trimestre devido ao aumento das despesas financeiras, apesar da expansão das receitas e da margem operacional.
**Vivo:**- A Telefônica Brasil, dona da Vivo, concluiu a aquisição da Fibrasil.
**MRV (MRVE3):**- A MRV&Co teve lucro líquido ajustado e consolidado de R$111,1 milhões no terceiro trimestre, uma melhora significativa em relação ao mesmo período de 2024.
**Direcional (DIRR3):**- A Direcional registrou lucro líquido de R$230 milhões no terceiro trimestre, um aumento de 43% em relação ao ano anterior.
**Ultra (UGPA3):**- O grupo Ultra obteve lucro de R$772 milhões no terceiro trimestre, com alta de 11% em comparação com o mesmo período de 2024.
**Americanas (AMER3):**- As Americanas tiveram lucro líquido de R$367 milhões no terceiro trimestre, representando uma queda de 96,4% em relação ao ano anterior.
**Hapvida (HAPV3):**- A Hapvida teve lucro líquido ajustado de R$338 milhões no terceiro trimestre, com alta de 12,7% em comparação com o mesmo período do ano passado.
**Positivo Tecnologia (POSI3):**- A Positivo Tecnologia reportou lucro líquido de R$1,1 milhão no terceiro trimestre de 2025, uma queda de 36,5% em relação ao mesmo período de 2024.
**Allos (ALOS3):**- A Allos teve lucro líquido de R$126 milhões no terceiro trimestre, representando um aumento de 25,6% em comparação com o ano anterior.
**Copel (CPLE3):**- A Copel registrou lucro líquido de R$383,1 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 68,5% em relação ao ano anterior.
Esses resultados refletem o desempenho financeiro das empresas em um cenário econômico desafiador, com impactos diversos em diferentes setores de atuação. É importante ficar atento às perspectivas e estratégias das companhias para os próximos trimestres, considerando o contexto de mercado e as projeções futuras.
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