Citi detecta turbulência nos mercados e reestrutura portfólio de ações brasileiras

Citi reduz riscos em carteira de ações do Brasil

Analistas do Citi tomaram a decisão de reduzir os riscos na sua carteira recomendada de ações MVP para o Brasil. O motivo apontado foi a instabilidade no cenário político do país e indícios de uma possível sobrevalorização de ações nos Estados Unidos.

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Essa redução de riscos foca em um contexto no qual os temores de uma escalada tarifária entre Brasil e EUA diminuíram, mas a incerteza política interna persiste. Os analistas ressaltam que as eleições de 2026 continuam sendo um ponto de atenção, já que a oposição ainda não conseguiu se unir em torno de um candidato, o que fortalece a popularidade do governo atual.

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Novas alocações na carteira

Para se proteger de uma possível correção mais ampla no mercado, foi decidido elevar o peso do setor de serviços de utilidade pública de 15% para 35%. Além disso, a participação da Petrobras na carteira passou de 5% para 10%. Mesmo com essa redução de riscos, o Ibovespa mantém um valuation atrativo em comparação com seus pares globais.

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Potenciais cortes de juros em 2026

Os analistas observaram que os juros no Brasil permanecem acima do nível de equilíbrio, o que abre espaço para um possível ciclo de cortes já no início do próximo ano. Esse conjunto de fatores justifica uma alocação estratégica em ações brasileiras, segundo o relatório divulgado.

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Atualização na composição da carteira

Dentro desse contexto, algumas mudanças foram feitas na carteira de ações do Brasil. Foram excluídas MBRF (MBRF3), Banco do Brasil (BBAS3), C&A Modas (CEAB3), Klabin (KLBN11) e Fleury (FLRY3), enquanto empresas como Cyrela (CYRE3), Nu Holdings, Localiza (RENT3) e Equatorial (EQTL3) foram incluídas.

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Empresas presentes na carteira

No portfólio recomentado, constam empresas como Marcopolo (POMO3), Prio (PRIO3), Vibra (VBBR3), Vivara (VIVA3), Smartfit (SMTF3), Rede D’Or (RDOR3), Grupo GPS, Petrobras (PETR3; PETR4), Neoenergia (NEOE3) e Copel (CPLE6).

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Essa reorganização na carteira visa garantir uma postura mais defensiva diante de possíveis turbulências nos mercados acionários, ao mesmo tempo em que se busca aproveitar oportunidades de valorização em setores específicos da economia brasileira.

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