Chefe do Citi prevê retomada das Ofertas Públicas Iniciais no Brasil para 2026

Chefe do Citi prevê retomada de IPOs no Brasil em 2026

A expectativa do Citigroup Inc. é de que a seca de ofertas públicas iniciais (IPOs) no Brasil chegue ao fim em 2026, juntamente com a recuperação das vendas de ações secundárias. Nicolas Roca, chefe de banco de investimento para a América Latina do Citi, destaca que o capital está retornando para mercados emergentes como Brasil e México, o que impulsionará os mercados de capitais de ações no próximo ano.

Leia mais

Segundo Roca, as avaliações nos mercados de capitais de ações já estão se recuperando, indicando um cenário favorável para a retomada das IPOs. Ele ressalta que, embora haja espaço para melhorias, a perspectiva é positiva para uma nova janela de ofertas públicas tanto no Brasil quanto no México. Além disso, a eleição presidencial no Brasil em 2026 não deve afetar essa previsão.

Leia mais

Antonio Coutinho, chefe de banco de investimento do Citi no Brasil, aponta que 2026 não será um ano de grande destaque para o mercado, mas sim um período de recuperação. Ele ressalta a expectativa de empresas de infraestrutura liderarem a próxima onda de IPOs no país.

Leia mais

Mercado de capitais brasileiro em foco

No Brasil, onde a taxa básica de juros está em 15%, muitas empresas que dependiam de dívidas nos últimos anos estão buscando alternativas, como vendas de ações. Coutinho destaca que as empresas estão recorrendo aos mercados de capitais para fortalecer seus balanços, e a realização de ofertas secundárias de ações tem se tornado mais comum recentemente, citando exemplos como Meliuz SA, Gafisa SA e Empreendimentos Pague Menos SA.

Leia mais

Após anos de destaque para o setor de infraestrutura, que Coutinho descreve como mais resiliente, o pipeline de IPOs está se diversificando. Setores como varejo, financeiro e recursos naturais estão ganhando espaço, refletindo a maior confiança dos clientes no ambiente e um menor conservadorismo nos planos de crescimento.

Leia mais

Expansão de operações na América Central e Caribe

Enquanto Brasil e México continuam liderando as operações na região, o Citi observa um crescente interesse por parte dos bancos na América Central e Caribe. Roca destaca que grupos com balanços sólidos estão buscando oportunidades além de suas fronteiras, o que tem impulsionado mais transações tanto nos EUA quanto na América Latina.

Leia mais

O banco tem assessorado empresas da região, como a guatemalteca Cementos Progreso e a Castillo Hermanos, em transações que reforçam a importância da América Central para o Citigroup. Roca ressalta o sucesso do banco em auxiliar essas empresas a crescer e reforça o compromisso de priorizar essa região.

Leia mais

Fortalecimento interno e interesse global

Internamente, o Citi tem fortalecido sua equipe na região, com a contratação de diretoras-gerais para liderar o banco de investimento no Brasil e na América Latina. Marcela de Souza Bretas e Juliana Medina foram nomeadas para cargos estratégicos, sinalizando o interesse do banco em diversos segmentos.

Leia mais

Coutinho destaca o aumento do interesse de chefes globais nos diferentes segmentos, enfatizando a relevância e o potencial de crescimento do mercado latino-americano. A expectativa é que o dinamismo e as oportunidades na região atraiam cada vez mais investimentos e operações nos próximos anos.

Leia mais

Conclusão

Com a retomada das operações de IPOs e vendas secundárias, a recuperação dos mercados de capitais no Brasil e na América Latina aponta para um cenário promissor em 2026. O interesse renovado de investidores e bancos em mercados emergentes e regiões como América Central e Caribe reflete uma busca por oportunidades de crescimento e expansão de negócios, sinalizando uma nova fase de desenvolvimento e investimento na região.

Leia mais

Gostou deste story?

Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

Investidor Consciente