Bolsas de Nova York fecham em baixa e empresas de mineração sofrem com desvalorização de metais preciosos

Bolsas de Nova York fecham em queda

As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta segunda-feira em queda. O Dow Jones caiu 0,51%, atingindo 48.461,93 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,35%, para 6.905,74 pontos. Já o Nasdaq teve queda de 0,50%, fechando aos 23.474,35 pontos.

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Mineradoras e setor bancário em baixa

A queda foi influenciada principalmente pelo desempenho negativo das mineradoras, refletindo a forte baixa dos metais preciosos. Empresas como Newmont Corp., Anglogold e Freeport-McMoran foram algumas das que registraram quedas significativas, com variações entre 2,94% e 6,92%.

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Em contrapartida, as ações ligadas ao setor de energia tiveram um dos maiores destaques do dia, com um aumento de 0,95%. Empresas como Exxon Mobil e Devon Energy apresentaram altas, impulsionadas pelos ganhos do petróleo em meio a incertezas relacionadas ao acordo de paz entre Rússia e Ucrânia. Ações de empresas do setor de defesa, como Lockheed Martin, também registraram ganhos.

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Tecnologia e acordos bilionários

No segmento de tecnologia, o destaque foi o acordo de cerca de US$ 4 bilhões firmado pelo SoftBank Group para adquirir a DigitalBridge. Essa movimentação impulsionou as ações da empresa em 9,63%, enquanto as American Depositary Receipts (ADRs) do grupo japonês também registraram alta. No entanto, outras empresas do setor apresentaram desempenhos mistos, com algumas registrando quedas e outras altas.

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Setor bancário em queda

Por outro lado, o setor bancário apresentou queda generalizada, com empresas como Goldman Sachs, Citibank e Bank of America entre as que mais se destacaram negativamente, com variações entre 1,46% e 1,90%.

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Expectativas em relação ao Federal Reserve

Os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do ano do Federal Reserve (Fed), prevista para o dia seguinte. Esse documento pode trazer insights sobre possíveis cortes ou manutenção das taxas de juros em janeiro. Atualmente, as expectativas apontam para a manutenção das taxas, com mais de 80% dos investidores acreditando nessa possibilidade.

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