Bolsas de Nova York encerram em alta com perspectiva positiva para medidas do Fed no próximo mês

Bolsas de Nova York fecham em alta com expectativa de alívio do Fed em setembro

As bolsas de Nova York encerraram o pregão em terreno positivo nesta quarta-feira, estendendo os ganhos do dia anterior. O otimismo dos investidores foi impulsionado pela crescente expectativa de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro, com probabilidade atingindo 100%. Os índices S&P 500 e Nasdaq atingiram novas máximas, enquanto a estreia da empresa Bullish na bolsa chamou atenção ao disparar 89%.

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O índice Dow Jones registrou alta de 1,04%, fechando aos 44.922,27 pontos. Já o S&P 500 avançou 0,32%, chegando a 6.466,58 pontos, e o Nasdaq subiu 0,14%, alcançando os 21.713,14 pontos.

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Próximo ao fechamento do mercado, a ferramenta de monitoramento do CME Group indicou que a expectativa de um alívio monetário em setembro estava em 100%, com a maioria prevendo um corte de 25 pontos-base pelo Fed. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, mencionou a possibilidade de um corte ainda mais expressivo, de 50 pontos-base.

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Ainda entre dirigentes do Fed, o presidente da instituição em Chicago, Austan Goolsbee, alertou sobre os impactos negativos das tarifas comerciais, enquanto o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, reiterou a visão de que um corte de juros em 2025 se mostra apropriado.

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No campo das criptomoedas, a Bullish teve uma estreia impressionante na Bolsa de Nova York, com um aumento de 89%. A empresa, ligada à CoinDesk, levantou mais de US$ 1,1 bilhão com a venda de 30 milhões de ações.

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A Paramount Skydance foi a grande destaque do S&P 500, apresentando um salto de 37% após o CEO David Ellison fechar importantes acordos. Uma parceria de sete anos com a TKO Group Holdings permitirá que a Paramount tenha exclusividade na transmissão de eventos do Ultimate Fighting Championship nos Estados Unidos.

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Por outro lado, a CoreWeave, empresa provedora de nuvem de inteligência artificial, registrou uma queda de 21% depois de um prejuízo no segundo trimestre acima do esperado.

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Mesmo com a queda dos preços do petróleo e expectativas em torno da reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para discutir a situação na Ucrânia, a Exxon Mobil e a Chevron apresentaram ganhos de 0,93% e 1,39%, respectivamente.

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