Bitcoin tem início de mês pressionado e registra uma das piores sequências desde 2020

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A retração atual é o terceiro pior mês já registrado desde janeiro de 2020, atrás apenas de maio de 2021 e de junho de 2022

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Lara Rizério

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06/02/2026 17h13 •

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Atualizado 9 minutos atrás

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(Foto: Imagem gerada com auxílio de IA / ChatGPT / Jonathas Costa)

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O Bitcoin (BTC) registra uma sessão de recuperação nesta sexta-feira (6) e retoma os US$ 70 mil. Contudo, na sessão da véspera, a criptomoeda tinha ameaçado perder os US$ 60 mil e, até o dia 5, já acumulava queda de 22,47% em reais, configurando o quinto mês consecutivo de desvalorização.

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Conforme ressalta a Elos Ayta, trata-se de um movimento raro e historicamente relevante.

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O gráfico de retorno mensal do Bitcoin em reais mostra que o desempenho de fevereiro de 2026 figura entre os episódios mais negativos da série histórica recente. A retração atual é o terceiro pior mês já registrado desde janeiro de 2020, atrás apenas de maio de 2021, quando o criptoativo despencou 39,40%, e de junho de 2022, com queda de 29,54%.

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Ciclos do bitcoin (Imagem: Elos Ayta)“É importante destacar que fevereiro ainda não está encerrado: a variação considera exclusivamente o desempenho até o dia 5, enquanto todos os demais meses da análise correspondem a períodos fechados. Ainda assim, a intensidade da queda já coloca o mês entre os piores da história recente do ativo”, aponta Einar Rivero, CEO da Elos Ayta.

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A Elos Ayta aponta que a sequência atual de cinco meses de perdas chama atenção não apenas pelo tamanho das quedas, mas também por sua raridade estatística.

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A consultoria ressalta que, desde janeiro de 2014, o Bitcoin enfrentou cinco meses consecutivos de desvalorização em apenas duas ocasiões:

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• De dezembro de 2013 a abril de 2014, após o primeiro grande ciclo especulativo do ativo;

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• Entre agosto e dezembro de 2018, período que marcou o fim do chamado “inverno cripto” pós-bolha de 2017.

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“O movimento atual coloca o Bitcoin novamente em um padrão típico de fases de ajuste profundo de preços, geralmente associadas a momentos de desalavancagem, reprecificação de expectativas e redução do apetite ao risco global”, aponta Rivero.

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Já olhando o histórico mais amplo, há uma característica estrutural do Bitcoin de volatilidade extrema em ambos os sentidos.

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A maior valorização mensal desde janeiro de 2020 ocorreu em outubro de 2021, quando o Bitcoin avançou 49,36% em reais. “Em outros momentos, altas acima de 40% em um único mês também se repetiram, evidenciando que o ativo alterna períodos de euforia intensa com fases prolongadas de correção”, avalia.

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Ricardo Dantas, CEO da Foxbit, aponta que movimentos de queda mais acentuados no Bitcoin costumam gerar discussão, mas é importante entender o contexto.

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“O mercado cripto opera em ciclos e, após períodos de valorização, correções mais fortes são naturais. No momento, vemos uma combinação de realização de lucros, liquidações técnicas e um ambiente global de maior cautela, com dólar mais forte e incertezas em relação à política de juros nos Estados Unidos, fatores que pressionam ativos de risco como um todo”, avalia o especialista.

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Para Dantas, ainda é cedo para afirmar que o mercado encontrou um fundo definitivo, e novas oscilações podem acontecer. “O que reforçamos é que o Bitcoin segue sendo um ativo de longo prazo e decisões de entrada fazem mais sentido quando fazem parte de uma estratégia consistente, alinhada ao perfil do investidor e à capacidade de lidar com volatilidade. Tentar acertar o fundo, historicamente, é um dos maiores desafios desse mercado”, avalia.

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Lara Rizério

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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