Bitcoin sofre queda de 4% devido a tensões entre EUA e Europa e ameaças de tarifas crescentes

Bitcoin cai 4% com tensões entre EUA e Europa

O bitcoin operava em queda nesta terça-feira, pressionado pelo aumento das tensões geopolíticas entre os EUA e a Europa, o que levou a uma redução da exposição a ativos de maior risco. A nova rodada de ameaças tarifárias do governo americano, relacionadas à disputa envolvendo a Groenlândia, afetou não só o bitcoin, mas também outras criptomoedas.

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Por volta das 17 horas (em Brasília), o bitcoin caía 3,82%, a US$ 89.477,70, enquanto o ethereum tombava 7,05%, a US$ 2.991,97, de acordo com dados da plataforma Coinbase.

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Tensões entre EUA e Europa afetam o mercado de criptomoedas

O banco Jefferies percebeu que as tensões entre os EUA e a Europa estão aumentando a volatilidade dos ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Segundo a instituição, o processo para um acordo sobre a Groenlândia, embora factível, pode ser longo e trazer períodos de maior instabilidade.

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Estratégias de grandes investidores e sinalizações do governo dos EUA

A CEO da Bitget, Gracy Chen, apontou que a retomada das tensões tarifárias provoca um impacto macroeconômico nos mercados, levando os investidores a reduzirem posições em ativos mais voláteis. Ela ressaltou que o bitcoin tem reagido de forma sensível a manchetes recentes e, embora seja visto como "ouro digital", tende a sofrer em momentos de incerteza política, quando a liquidez migra para ativos defensivos.

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Em contrapartida, apesar do cenário de cautela, a Strategy anunciou a aquisição de 22.305 bitcoins por cerca de US$ 2,13 bilhões, elevando suas reservas para aproximadamente 709.715 unidades. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, indicou que o governo americano passará a incluir bitcoins apreendidos em sua reserva estratégica de ativos digitais, sinalizando que as criptomoedas permanecem no radar institucional, apesar da recente volatilidade.

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Perspectivas regulatórias nos EUA e movimentações no mercado de criptoativos

Segundo a Bloomberg, o CEO da Coinbase Global, Brian Armstrong, enxerga um caminho para os EUA aprovarem uma legislação abrangente para criptoativos, apesar de ter retirado apoio a um projeto recente por considerar que ele concedia demais ao sistema financeiro tradicional.

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Essas movimentações indicam um cenário de adaptação dos grandes players do mercado de criptomoedas diante das tensões geopolíticas e das perspectivas regulatórias em desenvolvimento, demonstrando a complexidade e a sensibilidade desse ambiente financeiro digital em constante evolução.

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