O bitcoin está em alta nesta terça-feira, voltando a ultrapassar os US$ 110 mil após atingir uma baixa de dois meses na segunda-feira. A expectativa do mercado é de que o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, retome os cortes nas taxas de juros em setembro, o que tem impulsionado as criptomoedas mesmo com o baixo apetite por risco nos mercados globais.
Por volta das 16 horas (de Brasília), o bitcoin operava em alta de 1,12%, cotado a US$ 110.394,04, enquanto o ethereum recuava 1%, valendo US$ 4.297,00, segundo cotações da Binance.
Após atingir um recorde acima de US$ 124 mil em meados de agosto, o bitcoin sofreu uma queda acentuada nas últimas semanas. Apesar disso, alguns analistas permanecem otimistas, como David Morrison, analista da Trade Nation, que sugere que setembro pode trazer uma nova força para a criptomoeda.
Os traders de ethereum estão de olho em um suporte em torno de US$ 4.000 como próximo alvo, em detrimento dos US$ 5.000, refletindo um tom mais cauteloso atualmente no mercado de ativos digitais.
A empresa japonesa Metaplanet adquiriu mais 1.009 bitcoins no valor de cerca de US$ 112 milhões, enquanto a MicroStrategy comprou 4.048 bitcoins por US$ 449,3 milhões nesta terça-feira. A Gemini, plataforma global de criptomoedas fundada pelos irmãos Cameron e Tyler Winklevoss, anunciou sua intenção de realizar uma oferta inicial de ações (IPO) no índice Nasdaq, com expectativa de um valor de mercado de US$ 2,2 bilhões.
O relatório de empregos de sexta-feira dos EUA, conhecido como payroll, pode ser o próximo grande catalisador para os criptoativos. Esse relatório trará mais informações sobre as possibilidades de novos cortes nas taxas de juros pelo Fed até o final do ano, impactando diretamente o cenário financeiro global.
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