BB toma medidas legais contra disseminação de fake news por supostos especialistas em Magnitsky, devido a preocupações com riscos

Banco do Brasil aciona AGU contra fake news sobre Lei Magnitsky

O Banco do Brasil acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) contra uma série de postagens nas redes sociais que disseminavam informações falsas sobre a instituição e incentivavam a retirada em massa de recursos por correntistas. Os ataques começaram na terça-feira, 19, e incluem um vídeo de Eduardo Bolsonaro, que afirmou que o banco seria cortado das relações internacionais, levando à falência. Outros autores denunciados pelo BB são o deputado federal Gustavo Gayer e o advogado Jeffrey Chiquini, com postagens difamatórias.

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Em comunicado à AGU, os advogados do Banco do Brasil alertaram que tais ataques podem configurar crimes contra o Estado Democrático de Direito, a soberania nacional e o Sistema Financeiro Nacional, além de representar violação de sigilo bancário e difamação. O banco pediu que a AGU avalie uma ação judicial para impedir a disseminação de informações falsas.

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Riscos da disseminação de fake news sobre a Lei Magnitsky

O BB destacou que a disseminação de informações equivocadas sobre a aplicação da Lei Magnitsky pode desencadear uma corrida bancária contra a instituição. Na semana passada, o banco cancelou o cartão internacional do ministro Alexandre de Moraes, substituindo-o por um cartão da Elo, após a aplicação de medidas restritivas por Donald Trump. O banco alertou para o perigo de "especialistas" em Lei Magnitsky, formados nas redes sociais, recomendarem a retirada de recursos de bancos brasileiros, sobretudo do Banco do Brasil.

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O Banco relatou que, devido à campanha difamatória, clientes passaram a buscar esclarecimentos por temerem sanções secundárias falsas. A presidente do BB, Tarciana Medeiros, já havia se manifestado contra esse movimento em um evento público, sem citar nomes específicos.

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Alerta sobre impacto na economia nacional

A instituição financeira ressaltou que a propagação de informações incorretas pode gerar tensão entre os clientes e representar um risco para a economia nacional. Segundo o BB, a estratégia de coagir e ameaçar instituições financeiras, especialmente o Banco do Brasil, contra o Supremo Tribunal Federal, é uma ameaça ao sistema financeiro nacional. As postagens denunciadas foram feitas em diversas plataformas, como X, Instagram e Youtube.

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A divulgação do comunicado do BB à AGU foi feita inicialmente pela Folha de S.Paulo e posteriormente confirmada pelo Estadão/Broadcast. O banco busca a intervenção da AGU para conter a disseminação de fake news que possam prejudicar a reputação da instituição e a estabilidade financeira no país.

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Conclusão

O Banco do Brasil enfrenta um cenário de risco devido à propagação de fake news sobre a Lei Magnitsky, desencadeando uma série de medidas para conter a disseminação dessas informações falsas. A instituição acionou a AGU para coibir os ataques difamatórios e garantir a confiança dos clientes, bem como a estabilidade do sistema financeiro nacional. É essencial combater a desinformação e as ameaças à soberania nacional para preservar a integridade do setor bancário e a economia do país.

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