A gestora Investo lançou um novo ETF na B3 que acompanha grandes empresas brasileiras, como Banco do Brasil (BBAS3), Eletrobras (ELET3) e Sabesp (SBSP3), e ainda oferece dividendos mensais. O fundo, denominado BEST11, segue o índice MarketVector Brazil BESST Quality Index, composto por empresas nacionais dos setores essenciais da economia, como bancos, energia, saneamento, seguros e telecomunicações.
Algumas das companhias presentes no índice, além de BB, Eletrobras e Sabesp, incluem outras gigantes brasileiras, como Itaú Unibanco (ITUB3), Bradesco (BBDC4), BB Seguridade (BBSE3), BTG Pactual (BPAC11), Equatorial (EQTL3), Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3).
Os critérios de seleção das empresas para compor o índice incluem lucratividade e pagamentos constantes de proventos, sendo escolhidas apenas aquelas que distribuem dividendos em dois dos últimos três anos. Desde janeiro de 2021, o indicador acumula uma valorização de 66,60%, em comparação com os 18,83% do Ibovespa no mesmo período até agosto de 2025, conforme dados da empresa.
O ETF tem uma taxa de administração de 0,50% e seu valor de cota é de R$ 100.
O Brasil vive um crescimento significativo no mercado de ETFs. Entre meados de 2004, quando lançado o primeiro fundo de índice no país, e junho deste ano, a B3 listou cerca de 380 ETFs. Com opções que abrangem renda variável, renda fixa, commodities e outros ativos, o mercado tem diversificado sua gama de produtos. Por exemplo, gestoras como Buena Vista Capital e Hashdex lançaram um fundo de índice que combina ouro e Bitcoin (BTC), enquanto em agosto surgiu um ETF de empresas argentinas listadas em bolsas dos Estados Unidos.
Assim como qualquer aplicação financeira, os ETFs também possuem riscos. Entre os principais estão o risco de mercado, relacionado à variação de preços que podem afetar os fundos; o risco de liquidez, que se refere à possibilidade de poucos investidores interessados no produto, dificultando a venda; e o risco cambial, onde fundos em moeda estrangeira estão sujeitos às variações da taxa de câmbio.
Nesse contexto de expansão do mercado de ETFs, investidores e especialistas devem considerar esses fatores na hora de tomar decisões sobre alocação de recursos e escolha de ativos para compor suas carteiras de investimento.
Em meio à crescente variedade e popularidade dos ETFs, é fundamental para os investidores entender não apenas as oportunidades de rendimento, mas também os riscos envolvidos em cada aplicação financeira disponível no mercado.
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