Batalha de titãs: Vibra x Ultrapar disputam o destaque no desempenho do 2º trimestre de 2025

Resultados das distribuidoras de combustíveis no 2º trimestre de 2025

O cenário desafiador no setor de distribuição de combustíveis marcou o segundo trimestre de 2025, com volatilidade nos preços e margens pressionadas. Duas das principais companhias do segmento divulgaram seus balanços: Grupo Ultra e Vibra Energia. As ações da Ultra apresentaram alta de 4,01%, enquanto as da Vibra subiram 0,71%.

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Desempenho da Ultrapar no 2T25

A Ultrapar reportou resultados acima do esperado, com margem Ebitda de R$ 118 por metro cúbico na Ipiranga. O lucro líquido da Ultrapar atingiu R$ 1,2 bilhão, representando uma alta de 134%. A Ultragaz também teve desempenho positivo, com Ebitda de R$ 442 milhões, 5% acima do previsto.

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Avaliação dos bancos sobre a Ultrapar

O Bradesco BBI considerou os resultados da Ultrapar levemente acima do esperado no 2T25, com Ebitda recorrente de R$ 1,540 bilhão. O BBI manteve recomendação neutra para a Ultrapar, elevando o preço-alvo de R$ 22 para R$ 24 por ação. O JPMorgan permaneceu com recomendação overweight (exposição acima da média do mercado) e preço-alvo de R$ 23.

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Análise do desempenho por segmento da Ultrapar

O desempenho por segmento da Ultrapar mostrou resultados mistos. Enquanto a margem da Ipiranga superou as expectativas, a Ultracargo apresentou desempenho abaixo do esperado. A Hidrovias do Brasil, parte da Ultrapar, teve Ebitda de R$ 276 milhões, em linha com as previsões.

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Vibra Energia no 2º trimestre de 2025

A Vibra Energia teve Ebitda e margens abaixo das expectativas, influenciadas por perdas de estoque e concorrência com importações a preços inferiores. O fluxo de caixa livre para a empresa foi negativo em R$ 170 milhões, impactado pelo capital de giro e dívida líquida.

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Recomendação dos bancos sobre a Vibra

Apesar dos desafios no setor, o Banco BBI e Morgan reiteraram recomendação de compra para Vibra, com preço-alvo de R$ 30. Os analistas do Morgan projetam sinais de melhora para a companhia no segundo semestre.

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Raízen e resultados do primeiro trimestre da safra 2025/26

Já a Raízen, com parte da operação voltada para distribuição, registrou prejuízo líquido de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre da safra 2025/26. A XP avaliou que os resultados refletiram maior alavancagem, ganhos operacionais não recorrentes e perdas de estoque no Brasil, ampliadas por manutenção prolongada na Argentina.

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Perspectivas para o setor de distribuição de combustíveis

A XP destaca uma possível melhora na distribuição de combustíveis, enquanto a área de açúcar da Raízen pode enfrentar desafios, pressionando a companhia a um aumento de capital necessário. O cenário para as distribuidoras de combustíveis segue dinâmico, com desafios e oportunidades em meio ao ambiente competitivo do setor.

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