Banqueiros comemoram encontro entre Trump e Lula e preveem redução do "risco Magnitsky"

Banqueiros brasileiros recebem com alívio sinalização de reunião entre Trump e Lula

Banqueiros brasileiros com operações nos Estados Unidos demonstram certo alívio diante da notícia de uma possível conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na próxima semana. A expectativa é que esse encontro possa reduzir o "risco Magnitsky" para o setor financeiro do Brasil, mesmo após as novas sanções anunciadas na última segunda-feira (22). Segundo fontes anônimas, a percepção do ambiente favorável aos bancos brasileiros nos EUA aumentou com os sinais vindos da Assembleia Geral das Nações Unidas, indicando uma possível amenização das tensões.

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Nos últimos dias, diversas instituições financeiras no Brasil foram notificadas pelo Tesouro dos EUA sobre a implementação da Lei Global Magnitsky, que congela ativos no exterior e bloqueia relacionamentos de empresas com operações nos EUA. As sanções foram ampliadas contra o Brasil focando exclusivamente em pessoas físicas, incluindo a esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes e mais sete autoridades brasileiras. Essas medidas preocuparam o setor financeiro, que também teme o "risco CNPJ" de um possível banco ser sancionado no contexto da crise entre EUA e Brasil.

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A perspectiva de uma conversa entre Trump e Lula é vista como uma possível luz no fim do túnel para a crise nas relações entre os dois países. Um segundo banqueiro considera esse diálogo como uma oportunidade de racionalidade e critica a postura do deputado federal Eduardo Bolsonaro em favor de ampliar as sanções contra o Brasil.

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Além dos banqueiros, o setor produtivo também demonstra alívio com a sinalização de uma possível reunião entre os presidentes. Durante um breve encontro inédito às margens da ONU, Lula e Trump concordaram em dialogar na próxima semana para resolver divergências. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acredita que esse diálogo pode aliviar as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e espera por uma mesa de negociação entre os governos. A Amcham Brasil também manifesta esperança em um diálogo estruturado e de alto nível sobre temas econômicos e comerciais entre os dois países.

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Setembro tem sido marcado por movimentações tanto do setor privado brasileiro quanto do governo em busca de restabelecer a relação com os Estados Unidos. A missão empresarial coordenada pela CNI em Washington reuniu cerca de 130 empresários de diversos segmentos, em busca de soluções para as questões tarifárias entre os países. A perspectiva de um diálogo entre Trump e Lula é vista como um passo importante para a retomada da parceria econômica e comercial entre Brasil e EUA.

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Ao que tudo indica, a possível reaproximação entre os presidentes Trump e Lula é encarada tanto pelo setor financeiro quanto pelo setor produtivo como uma oportunidade de reduzir as tensões e buscar soluções para as questões econômicas e comerciais que envolvem os dois países. A expectativa é de que esse diálogo possa amenizar as punições e restabelecer uma relação mais positiva entre Brasil e Estados Unidos.

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