O Santander está otimista em relação às ações cíclicas domésticas para o próximo ano, após uma liquidação em dezembro. O banco acredita que, com a redução dos ruídos políticos e da pressão sobre o câmbio, o cenário tende a se reverter.
Os analistas do Santander revisaram suas recomendações de portfólio para 2026, destacando empresas capazes de crescer mesmo em períodos difíceis. Nesse sentido, aumentaram a posição na Cyrela e Direcional em +1 ponto percentual e reduziram a posição no Mercado Livre em -2 pontos percentuais. Todas as empresas mantêm a recomendação outperform.
Um dos setores impactados pela liquidação no final do ano foi o das construtoras que atuam em empreendimentos de baixa renda, como as envolvidas no programa Minha Casa, Minha Vida. Apesar disso, o Santander acredita na demanda resiliente do setor e aumentou sua exposição aos papéis da Direcional e Cyrela.
O banco aponta que diversos fatores devem contribuir para uma expansão positiva no início de 2026. Entre eles, destaca-se o impacto dos fluxos extraordinários de dividendos de fim de ano no mercado, que influenciam diretamente o dólar/real e devem se normalizar após a virada.
O Santander espera uma entrada de fluxos estrangeiros nas ações brasileiras e nos mercados emergentes em janeiro, além do início do ciclo de afrouxamento do Banco Central para conter a inflação. Essas expectativas otimistas sinalizam um cenário favorável para investimentos no início do próximo ano.
Portanto, as ações cíclicas domésticas, especialmente as do setor de construção voltado para baixa renda, têm chamado a atenção do Santander como oportunidades de crescimento e valorização em 2026.
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