Banco do Brasil (BBAS3) registra prejuízos e perspectiva de melhora ainda não aparece: confira análise completa

Ações do Banco do Brasil (BBAS3) acumulam queda de mais de 14% no ano

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) enfrentam um cenário desafiador em 2025, com uma retração de 14,42% no acumulado do ano. O papel já registrou uma queda de 9,69% somente em julho, caminhando para o terceiro mês consecutivo de baixa.

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Tendência de baixa persiste sem sinais claros de reversão

No cenário técnico, o BBAS3 segue em tendência de baixa, renovando mínimas em 2025 e operando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. A desvalorização das ações reflete a pressão vendedora que se intensificou desde o topo histórico em maio deste ano, registrando uma queda acumulada de mais de 14%.

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Possíveis cenários para o BBAS3 no curto prazo

A análise técnica indica que, para uma possível recuperação no curto prazo, o Banco do Brasil precisará superar resistências em R$ 20,22, R$ 21,02 e R$ 22,54. Caso a força compradora se fortaleça, o próximo alvo seria a média de 200 períodos, em R$ 24,88.

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Suportes e resistências apontam cenários extremos

Os suportes do BBAS3 incluem níveis como R$ 17,35, R$ 16,00, e mais abaixo em R$ 15,33 e R$ 14,47. Por outro lado, as resistências estão nas regiões de R$ 25,60, R$ 26,95, com extensões para R$ 28,58 e o topo histórico em R$ 29,57.

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Análise técnica de médio prazo indica desafios para o BBAS3

No gráfico semanal, as ações do Banco do Brasil continuam desafiadoras, com o papel operando abaixo das médias móveis de curto prazo e se aproximando da média de 200 períodos, em R$ 19,77.

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Possíveis desdobramentos futuros

Para uma possível reversão da tendência negativa, será necessário que o BBAS3 retome níveis acima das médias móveis de curto prazo e supere resistências em R$ 21,00 a R$ 22,54, com potencial para alcançar R$ 29,57, o topo histórico.

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Conclusão

A análise técnica do Banco do Brasil (BBAS3) aponta para um cenário desafiador, com ações em queda e resistências a serem superadas para uma possível recuperação. A proximidade de suportes estratégicos e a pressão vendedora presente exigem atenção dos investidores para possíveis movimentos no curto e médio prazo.

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