Banco atualiza recomendações e impulsiona valorização de ações educacionais na bolsa

Ações educacionais disparam na bolsa

As ações de empresas do setor educacional tiveram destaque positivo na bolsa de valores, impulsionadas pelo ajuste nas recomendações realizado pelo BTG Pactual.

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Na manhã desta quarta-feira, as ações da Ânima (ANIM3) apresentavam alta de 7,37%, Cogna (COGN3) subiam 6,03%, Yduqs (YDUQ3) registravam aumento de 4,50% e Ser Educacional (SEER3) avançavam 4,24%.

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Recuperação após queda

Após terem registrado fortes quedas devido a resultados abaixo do esperado no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), as empresas do setor ensaiaram uma recuperação moderada.

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Na terça-feira, as ações da Cogna (COGN3) subiram 1,39%, Yduqs (YDUQ3) avançaram 1,09% e Ânima (ANIM3) tiveram alta de 1,33%, enquanto Ser Educacional (SEER3) recuou 0,8%. Em Nova York, os ADRs da Afya caíram 1,94%.

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Foco na rentabilidade e eficiência

O BTG Pactual avalia que as empresas de educação ingressaram em um ciclo de "colheita", priorizando a rentabilidade, eficiência operacional e preservação de caixa, em detrimento do crescimento agressivo.

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O banco destaca que as condições econômicas favoráveis, como atividade resiliente, baixo desemprego e renda disponível saudável, aliadas ao ano eleitoral, devem beneficiar o setor. Além disso, o ciclo de queda de juros deve impulsionar a geração de caixa livre.

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Recomendações e projeções

Diante desse cenário, o BTG elevou a recomendação de compra para a Cogna (COGN3) e manteve para a Yduqs, projetando yield de fluxo de caixa livre (FCF) de 14% e 18% em 2026, respectivamente.

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Vitru e Ânima são destacadas como principais escolhas entre as small caps, combinando alto yield com maior crescimento esperado de lucro. Já a Afya foi rebaixada para neutra, com preço-alvo de US$ 17.

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Enfoque em ações educacionais

O BTG sugere alocação em Vitru, Ânima, Cogna e Yduqs, que operam a cerca de 6 vezes o lucro estimado para 2026 e 4,5 vezes para 2027. A Laureate permanece como a principal escolha na América Latina, com crescimento de lucro superior a 15% ao ano.

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Por outro lado, o banco aponta riscos como retorno a estratégias de crescimento agressivo a curto prazo, impactos regulatórios futuros e ruídos ocasionados pelo ENAMED, embora os efeitos econômicos imediatos devam ser limitados.

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