O minidólar (WDOV25) encerrou em alta de 0,33%, cotado a R$ 5,3380, resistindo à queda global do dólar. No acumulado de 2025, a moeda americana ainda apresenta recuo de 13,61%. Enquanto isso, os contratos futuros com vencimento em outubro se mantiveram estáveis, com leve alta de 0,01%, a 5.346,5 pontos.
A valorização do dólar frente ao real foi impulsionada por ajustes de posição dos investidores em meio a uma agenda econômica movimentada. Destaca-se a ata do Copom, IPCA-15 e o Relatório de Política Monetária no Brasil, bem como dados referentes ao PIB e PCE nos EUA. A decisão dos EUA de impor sanções a autoridades brasileiras contribuiu para o clima de incerteza nos mercados.
Segundo análise técnica, no intraday, o minidólar encerrou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando fragilidade. A quebra da resistência em 5.351,5/5.355 poderia abrir espaço para novas altas, enquanto a perda do suporte em 5.341,5/5.330 poderia intensificar o movimento baixista. No gráfico diário, o cenário aponta pressão baixista, com a mínima do ano em 5.284,5 pontos podendo ser um novo alvo de vendas.
Na visão de 60 minutos, o contrato futuro oscilou entre as médias de 9 e 21 períodos, evidenciando certa estabilidade. Para um cenário de alta, seria necessário romper a região de 5.351,5/5.380. Por outro lado, um movimento de baixa poderia se intensificar caso o suporte em 5.330/5.305,5 fosse perdido.
Diante da complexidade do cenário internacional e das incertezas políticas, o minidólar demonstra volatilidade e reage a eventos tanto no Brasil quanto nos EUA. As análises técnicas apontam possíveis cenários de curto prazo, destacando níveis de resistência e suporte que podem influenciar no movimento da moeda nos próximos dias. Investidores e traders devem estar atentos a esses indicadores para melhor direcionar suas estratégias no mercado de câmbio.
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