A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) negou o recurso da Hapvida referente a um crédito fiscal de quase R$ 1 bilhão relacionado ao programa Desenrola. Este programa perdoou uma dívida de R$ 866 milhões que a Hapvida tinha com o SUS. No entanto, a negativa da ANS não irá forçar a empresa a republicar seu balanço, de acordo com comunicado emitido pela própria empresa.
A Hapvida registrou os efeitos do benefício no balanço regulatório enviado à ANS antes da análise formal do governo ser concluída. A agência solicitou a revisão dessas demonstrações, e a empresa entrou com um recurso, que foi negado recentemente. No entanto, a decisão da ANS refere-se exclusivamente às demonstrações enviadas a ela, não impactando as demonstrações financeiras consolidadas da empresa enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A empresa informou que seguirá integralmente a determinação da ANS, ressaltando que as alterações decorrentes da negativa não afetarão as demonstrações financeiras consolidadas elaboradas de acordo com o padrão internacional IFRS17 adotado pela CVM. Não há necessidade de republicação do balanço no âmbito das demonstrações IFRS divulgadas ao mercado, pois estas refletem todos os efeitos contábeis relevantes.
Em novembro, a Hapvida reportou um lucro líquido ajustado de R$ 338 milhões no terceiro trimestre, marcando um aumento de 12,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa destaca que as revisões nas demonstrações ANS-GAP não alteram o resultado contábil divulgado ao mercado, o que foi ratificado pela aprovação do balanço pela auditoria independente.
A negativa da ANS ao recurso da Hapvida em relação ao crédito fiscal de quase R$ 1 bilhão não terá impacto nas demonstrações financeiras consolidadas enviadas à CVM. A empresa ressaltou que as revisões exigidas pela agência dizem respeito exclusivamente às demonstrações regulatórias, mantendo inalteradas as demonstrações financeiras divulgadas ao mercado. O lucro líquido ajustado da companhia no terceiro trimestre teve um aumento de 12,7% em relação ao ano anterior, mantendo-se em linha com as expectativas do mercado.
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