A PetroRecôncavo divulgou dados de produção de petróleo e gás de setembro, registrando uma queda de 1,8% em relação ao mês anterior. A média foi de 26 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). Esta baixa preocupa analistas do mercado, que apontam dificuldades para a empresa manter o crescimento observado no primeiro semestre de 2025.
O principal motivo apontado para os resultados considerados insatisfatórios foi a redução da produção no campo de Tiê, localizado no Ativo Bahia. Neste local, houve uma diminuição de 3,6% no volume total, chegando a 13,1 mil boed. A produção de petróleo nesse ativo recuou 6,8%, para 6,9 mil barris por dia, enquanto a produção de gás natural permaneceu estável, em 6,2 mil boed.
No Ativo Potiguar, a produção se manteve praticamente inalterada, com média de 12,9 mil boed. Destes, 8,3 mil barris foram de petróleo e 4,6 mil de gás. Com cinco meses consecutivos de queda, desde o pico de 27,8 mil boed em abril, o mercado se mantém atento para os próximos resultados da empresa.
Tanto XP Investimentos quanto Itaú BBA classificaram o resultado como negativo. O Itaú BBA destacou que a sequência de quedas nos últimos meses pode gerar volatilidade nas ações da PetroRecôncavo. Os analistas do Itaú BBA mantêm um preço-alvo de R$ 16,50 para o fim deste ano. Enquanto isso, a XP aponta que investidores buscam sinais claros de retomada nos volumes extraídos pela empresa.
Após a divulgação dos dados de produção, as ações da PetroRecôncavo (RECV3) já registravam queda de 1,28%, sendo negociadas a R$ 12,30 às 13h28 do mesmo dia. Os resultados financeiros do período serão publicados em 6 de novembro, após o fechamento dos mercados, gerando expectativas no mercado. A produção da empresa continuará sendo acompanhada de perto pelos investidores, diante das recentes quedas e da busca por uma retomada consistente.
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