Análise do Itaú BBA indica potencial de lucro de 55% com ações argentinas: oportunidade imperdível!

Ações argentinas podem ter valorização de até 55%, diz Itaú BBA

De acordo com o Itaú BBA, as ações argentinas têm potencial de valorização entre 15% e 55% até o final do ano. A correção recente de 25% a 40% nos ADRs de empresas argentinas negociados nos EUA melhorou a relação entre risco e retorno. O banco destaca a importância da continuidade das políticas públicas de responsabilidade fiscal para o cenário positivo.

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O Grupo Financiero Galicia, Banco Macro, Vista Energy, YPF, Loma Negra e a Bolsa y Mercados Argentinos (Byma) estão entre as principais recomendações do banco. Essas empresas são consideradas em melhor posição para capturar a recuperação econômica em curso no país.

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Eleições e reformas influenciam cenário

As eleições legislativas previstas para setembro e outubro serão um termômetro do apoio dos eleitores às medidas do governo para equilibrar as contas públicas. Um resultado favorável ao governo pode levar à compressão dos prêmios exigidos pelos investidores nos títulos públicos e permitir que a Argentina acesse novamente os mercados de crédito.

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Potencial de retorno e investimentos estrangeiros

Os analistas acreditam que as ações argentinas ainda são pouco presentes nas carteiras de investidores e estão sendo negociadas abaixo dos patamares históricos. A expectativa é de uma possível retomada no crescimento do crédito e melhorias nos retornos sobre o patrimônio, o que pode contribuir para a valorização dos múltiplos.

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Além disso, a possibilidade da Argentina recuperar seu status de mercado emergente no índice MSCI em 2026 pode atrair recursos estrangeiros significativos. Essa mudança poderia resultar em uma entrada de recursos entre US$ 1,1 bilhão e US$ 2,3 bilhões, sem considerar os investimentos por meio de fundos ativos.

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Desafios e riscos

O avanço da economia argentina depende da continuidade das reformas estruturais, como a liberalização do câmbio, reformas trabalhista e previdenciária, revisão da carga tributária e exigências regulatórias. O risco principal para os investidores está na interrupção desse processo de reformas, o que exigiria um consenso mínimo entre os partidos políticos.

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Setores como energia não convencional, mineração, agricultura e infraestrutura são atrativos para investimentos, com potencial de aumento na arrecadação pública. Fatores externos, como os preços internacionais das commodities e o fluxo global de capitais, continuam influenciando a economia argentina.

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O Itaú BBA destaca que a manutenção da trajetória de reformas pode pavimentar um ciclo de crescimento mais duradouro para o país, embora o avanço deva ser gradual e exigente. O panorama atual indica uma oportunidade de investimento com perspectivas positivas no mercado argentino.

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