Após o fechamento do mercado, o Itaú Unibanco (ITUB4) está prestes a divulgar seu balanço referente ao segundo trimestre de 2025 (2T25). Analistas do JPMorgan estimam um lucro de R$ 11,5 bilhões, com Return on Equity (ROE) de aproximadamente 23%, e ressaltam tendências positivas na margem financeira líquida de clientes, em conformidade com as projeções para 2025.
O Goldman Sachs projeta que o Itaú apresentará resultados relativamente melhores em comparação aos demais bancos tradicionais. Estima-se um lucro líquido de R$ 11,3 bilhões, com crescimento de 2% no trimestre e 12% no ano, resultando em um ROE de 22,9%. Enquanto isso, a XP espera uma melhora sequencial no lucro líquido do banco.
A XP prevê um crescimento anual da carteira de crédito do Itaú de 11,4%, com impacto negativo do câmbio nos segmentos corporativo e América Latina, parcialmente compensado por hipotecas e cartões de crédito. A projeção aponta para uma convergência gradual para a faixa de guidance de 2025, entre 4,5% e 8,5%.
No que diz respeito à qualidade do crédito, espera-se um aumento marginal nos inadimplentes acima de 90 dias, impulsionado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas, mantendo o custo do risco em 2,6%. Já a margem financeira com clientes deve se beneficiar da redução dos custos de captação e da melhora no mix de crédito.
A XP não prevê que os resultados trimestrais do Itaú provoquem uma reação significativa no mercado. As projeções da LSEG apontam um lucro líquido de R$ 11,322 bilhões, receita de R$ 44,631 bilhões e dividendos por ação de R$ 0,37.
Com a divulgação do balanço do Itaú Unibanco, investidores e analistas aguardam ansiosos para conferir os números e desempenho do banco no segundo trimestre de 2025, em um cenário marcado por expectativas positivas em relação aos resultados apresentados.
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