Alta recorde no Ibovespa impulsionada por Petrobras, bancos e declaração de Trump sobre Lula

Ibovespa atinge novo recorde impulsionado por Petrobras, bancos e aproximação entre Trump e Lula

O principal índice da bolsa de valores brasileira, o Ibovespa, encerrou esta terça-feira em alta de 0,91%, atingindo a marca de 146.424,94 pontos. Durante o dia, chegou a alcançar 147.178,47 pontos, estabelecendo novos recordes históricos. As ações da Petrobras e de bancos, como Itaú e Banco do Brasil, foram as principais responsáveis por esse movimento positivo.

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O volume financeiro negociado atingiu R$20,5 bilhões, refletindo o otimismo dos investidores impulsionado não apenas pelo desempenho das empresas nacionais, mas também por possíveis desdobramentos políticos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizou interesse em se reunir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que contribuiu para reduzir o risco de novas sanções e melhorar as relações bilaterais.

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Segundo especialistas do mercado, a perspectiva de um encontro entre Trump e Lula, somada ao ambiente favorável em relação às negociações comerciais, influenciou positivamente o apetite dos investidores por ativos brasileiros. Além disso, fatores externos, como a queda dos juros nos Estados Unidos e a desvalorização do dólar, também contribuíram para o cenário positivo observado na bolsa brasileira.

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Fed e Banco Central do Brasil: políticas monetárias em destaque

No cenário internacional, o chairman do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, alertou sobre os perigos de cortes rápidos demais nas taxas de juros, destacando a importância de equilibrar o crescimento econômico com a inflação. Já no Brasil, o Banco Central ressaltou, em ata divulgada após a última reunião do Copom, a estratégia de manter a taxa Selic inalterada visando a convergência da inflação para a meta estabelecida.

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Expectativas positivas impulsionam mercados

As declarações amistosas de Trump em relação a Lula durante a Assembleia-Geral da ONU animaram os mercados financeiros, que vinham demonstrando preocupação com as tensões entre os dois países. A possibilidade de uma reunião de conciliação entre as lideranças foi bem recebida pelos investidores, impulsionando ainda mais o desempenho do Ibovespa.

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Desempenho das principais ações negociadas

Entre os destaques do dia, as ações da Petrobras PN tiveram valorização de 1,69%, enquanto a Petrobras ON fechou com alta de 2,64%, acompanhando a valorização do petróleo no mercado internacional. Já os papéis do Banco do Brasil ON subiram 2,88%, seguidos pelo Itaú Unibanco PN, com avanço de 1,59%.

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No setor de mineração, a Vale ON registrou queda de 0,57%, refletindo a baixa dos futuros do minério de ferro na China. Enquanto isso, no setor de saúde, a RD Saúde ON subiu 3,92%, recuperando-se de quedas anteriores. A Cosan ON avançou 3,26%, após anúncio de capitalização bilionária, enquanto a Raízen PN teve queda de 1,68%.

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Outros destaques do dia incluíram a MBRF, que recuou 6,72% após a conclusão da incorporação da BRF pela Marfrig, e a YDUQS ON, que caiu 0,52% devido a ajustes na estrutura de suas marcas de ensino. A Lojas Renner ON também teve desempenho negativo, cedendo 2,15%.

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Conclusão

O dia foi marcado por um novo recorde do Ibovespa impulsionado pelo desempenho positivo de empresas como Petrobras e bancos, assim como por perspectivas favoráveis em relação a possíveis negociações políticas envolvendo o presidente Trump e o ex-presidente Lula. A combinação de fatores internos e externos contribuiu para o otimismo dos investidores, refletindo-se no mercado acionário brasileiro.

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