Nesta sexta-feira (12), o Ibovespa Futuro opera em alta, seguindo a tendência positiva do mercado internacional. O otimismo é impulsionado pela expectativa de continuidade nos cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed). Por volta das 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em dezembro registrava um aumento de 0,43%, atingindo os 160.155 pontos.
Destacando-se na agenda do dia, o ex-presidente Lula participa da Conferência Nacional dos Direitos Humanos em Brasília pela manhã e, à tarde, estará presente na cerimônia de inauguração do SBT News, em São Paulo. Enquanto isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta, projeta votar na próxima semana um projeto que reduz benefícios fiscais e receber o parecer sobre a etapa final da Reforma Tributária.
No contexto internacional, os investidores estão atentos aos cortes da taxa de juros promovidos pelo Federal Reserve, mantendo expectativas positivas para mais reduções ao longo de 2026. Após a redução esperada dos juros esta semana, as declarações do chair Jerome Powell foram interpretadas como menos "hawkish" do que o previsto pelos investidores.
Com incertezas em relação à política monetária dos Estados Unidos para o próximo ano, operadores estão precificando dois cortes de juros em 2026, contrastando com as previsões das autoridades do banco central, que veem apenas um corte no próximo ano e outro em 2027. Preocupações também surgem em relação às altas avaliações de empresas de tecnologia e inteligência artificial, após decepcionarem investidores.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro apresentava alta de 0,13%, enquanto o S&P Futuro registrava desvalorização de 0,22% e o Nasdaq Futuro recuava 0,65%. Na Ásia-Pacífico, os mercados encerraram em alta, acompanhando os ganhos em Wall Street após os índices atingirem novos recordes, em decorrência dos cortes de juros realizados pelo Fed.
Na B3, o contrato de dólar com primeiro vencimento recuava 0,10%, ficando em torno de R$ 5,491. Na China, as cotações do minério de ferro fecharam em queda, pressionadas pela demanda mais fraca e aumento dos estoques portuários, mesmo com promessas de estímulo fiscal por parte de Pequim e estabilização do mercado imobiliário.
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Em resumo, o mercado financeiro segue atento às notícias políticas e econômicas globais, com destaque para os cortes de juros nos EUA e seus desdobramentos nos mercados ao redor do mundo.
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