Agentes aguardam divulgações nos EUA e taxas dos DIs fecham sem variações

Taxas dos DIs permanecem estáveis aguardando divulgações nos EUA

No cenário nacional, as taxas dos DIs mantiveram-se próximas aos ajustes anteriores, sem grandes oscilações e com baixa volatilidade. Os investidores seguem aguardando a divulgação de dados econômicos importantes no exterior ao longo da semana. Destaque para a prisão do acionista controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, por suspeita de fraude de R$12 bilhões, o que levou o Banco Central a determinar a liquidação extrajudicial do banco. Porém, esse evento não impactou diretamente o mercado de juros.

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No fechamento do dia, a taxa do DI para janeiro de 2028 encerrou em 12,925%, ligeiramente abaixo do ajuste anterior de 12,939%. Já a taxa para janeiro de 2035 permaneceu em 13,49%, o mesmo valor da sessão anterior.

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Atenção voltada para o exterior

Assim como em dias anteriores, os juros futuros registraram poucas variações no Brasil, com os investidores direcionando suas atenções principalmente para o comportamento do mercado internacional. Com a divulgação do balanço da fabricante de chips Nvidia prevista para quarta-feira, as avaliações sobre os preços das ações de tecnologia estarão em destaque, especialmente após o recente crescimento da inteligência artificial. Além disso, o mercado aguarda a divulgação da ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve e o relatório de empregos payroll dos EUA, que será publicado na quinta-feira.

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Expectativas em relação à taxa de juros nos EUA

No fim da tarde, o mercado precificava uma probabilidade de 51,1% da taxa de juros nos EUA se manter na faixa de 3,75% a 4,00% em dezembro, enquanto 48,9% de chance de corte de 25 pontos-base. Essas expectativas são baseadas na Ferramenta CME FedWatch. A divulgação dos resultados da Nvidia e do relatório de empregos poderão impactar as decisões do Federal Reserve em relação a cortes de juros, com reflexos nos mercados internacionais.

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Mercado brasileiro e apostas para a Selic

A expectativa em relação às divulgações externas limitou os movimentos na curva brasileira, mantendo as apostas para a taxa básica Selic, que se encontra em 15% ao ano, praticamente estáveis. Próximo ao fechamento da sessão, a curva brasileira indicava 98% de probabilidade de manutenção da taxa Selic em 15% em dezembro. Enquanto isso, a volatilidade nos mercados internacionais levou a queda nos índices de ações em Nova York e a busca por proteção nos Treasuries, com rendimentos em cederam em alguns pontos-base.

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Conclusão

Com um cenário nacional de estabilidade nas taxas de DIs e um mercado internacional aguardando divulgações importantes, como o balanço da Nvidia e o relatório de empregos dos EUA, os investidores estão atentos às possíveis repercussões nas decisões de política monetária, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. A expectativa em relação à taxa de juros nos EUA pode refletir diretamente nos mercados e influenciar as decisões de investimento nos próximos meses.

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