Acordo milionário da Petrobras em Jubarte: entenda o impacto do acordo de equalização de R$ 1,54 bi

Petrobras pagará R$ 1,54 bilhão à PPSA em acordo de equalização em Jubarte

A Petrobras (PETR4) realizará o pagamento de R$ 1,54 bilhão à Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) como parte do acordo de equalização de gastos e volumes referente ao reservatório de Jubarte.

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Segundo o JPMorgan, a operação é tida como neutra, uma vez que a maior parte desse valor, R$ 1,47 bilhão, já estava provisionada no balanço do 2º trimestre de 2025.

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O acordo de individualização da produção de Jubarte, aprovado em julho, estabelece 29 condições específicas que a Petrobras precisará observar para perfurar em Foz do Amazonas.

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Detalhes do acordo de equalização

O acordo firmado, conhecido como Acordo de Equalização de Gastos e Volumes (AEGV) com a PPSA, é necessário pela legislação brasileira quando um reservatório de petróleo ou gás se estende além dos limites de uma área concessão.

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Essa negociação visa conciliar receitas de produção, investimentos, despesas operacionais, royalties e participações especiais de acordo com a participação de cada parte interessada no reservatório compartilhado.

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No caso de Jubarte, o reservatório se estende por três áreas: o Campo de Jubarte (BC-60) operado pela Petrobras, responsável por 97,25% do volume total; áreas não contratadas sob responsabilidade da PPSA, com 1,89%; e o Campo de Argonauta (BC-10), representando 0,86%.

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A negociação de equalização entre a Petrobras e os demais parceiros do Campo de Argonauta, como Shell Brasil, Enauta (Brava) e ONGC Campos, encontra-se em fase de conclusão e será divulgada ao mercado em momento oportuno.

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Conclusão do acordo e expectativas do mercado

O valor a ser pago pela Petrobras à PPSA estava previamente provisionado e o anúncio não trouxe grandes surpresas, mantendo-se alinhado às expectativas do mercado.

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O JPMorgan reiterou sua recomendação de compra para as ações da Petrobras, mantendo um preço-alvo de R$ 45. A assinatura do acordo de equalização traz maior clareza e segurança às partes envolvidas quanto à produção, custos e receitas a serem compartilhados.

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A conclusão desse acordo é mais um passo na gestão eficiente dos ativos da Petrobras, garantindo que a produção de petróleo e gás compartilhada seja equitativamente dividida entre as partes interessadas.

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