A celulose brasileira está totalmente isenta das tarifas impostas pelos Estados Unidos, incluindo a "tarifa recíproca" de 10%. A medida foi oficializada por uma ordem executiva publicada pela Casa Branca na última sexta-feira, que fez modificações na lista de produtos sujeitos ao tarifaço.
O Instituto Brasileiro de Árvores (Iba), que representa os fabricantes de celulose, confirmou que o insumo está livre das tarifas americanas. A celulose já estava na lista de exceções da sobretaxa adicional de 40% anunciada por Trump em julho e em vigor desde agosto. Agora, com a nova decisão, ficou excluída também da tarifa de 10% em vigor desde abril.
O Brasil é o maior fornecedor de celulose do mundo, conforme apontado pelo Iba. A produção nacional se destaca pela celulose de fibra curta, utilizada na fabricação de papel branco, papel higiênico, papel toalha, fraldas e absorventes.
As exportações de celulose do Brasil atingiram US$ 6,9 bilhões até agosto deste ano, registrando um crescimento de 1,4% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar da queda nos preços globais do insumo, as vendas externas brasileiras apresentaram um aumento significativo em quantidade, com um salto de 15,6% na comparação anual.
A isenção das tarifas americanas sobre a celulose brasileira representa uma importante conquista para o setor, evitando custos extras nas exportações e mantendo a competitividade do produto no mercado internacional. Com a manutenção desse cenário favorável, as perspectivas para o setor de papel e celulose no Brasil tendem a se manter sólidas.
A decisão da Casa Branca em retirar a celulose da lista de produtos tarifados reflete a relevância da indústria brasileira nesse segmento e consolida a posição do país como um fornecedor confiável e de alta qualidade de celulose no mercado global.
Com a liberação das tarifas sobre a celulose brasileira, espera-se que as exportações para os EUA continuem em crescimento, impulsionando a geração de receita para as empresas do setor. Além disso, a manutenção desse cenário favorece a manutenção de empregos e investimentos na cadeia produtiva da celulose no Brasil.
A isenção das tarifas também contribui para a estabilidade do mercado internacional de celulose, garantindo o fornecimento contínuo do insumo para diversos setores, como o de papel, higiene e limpeza. Essa medida é fundamental para assegurar a competitividade e o desenvolvimento sustentável da indústria de papel e celulose no país.
A isenção das tarifas americanas sobre a celulose brasileira representa uma importante vitória para o setor de papel e celulose no Brasil. Com a manutenção desse cenário favorável, as perspectivas para as exportações do insumo e para a indústria como um todo se mantêm positivas. A decisão da Casa Branca reforça a posição do Brasil como um dos principais fornecedores de celulose do mundo, destacando a qualidade e competitividade do produto nacional no mercado internacional.
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