O mercado financeiro brasileiro iniciou a semana com o Ibovespa Futuro em alta, impulsionado pelo otimismo internacional em meio ao anúncio de um acordo comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia. Além disso, a expectativa de uma extensão da trégua tarifária com a China contribui para o cenário positivo. O contrato com vencimento em agosto registrava aumento de 0,10%, aos 134.315 pontos, às 9h06 (horário de Brasília).
No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, informou sobre um acordo com a UE que envolve a imposição de tarifas sobre produtos europeus exportados para os EUA, além de compras de energia e equipamentos militares americanos pela União Europeia. Enquanto isso, as atenções se voltam para as negociações com a China em Estocolmo, com expectativas de anúncio de uma prorrogação da trégua tarifária por 90 dias.
No ambiente doméstico, o mercado financeiro brasileiro mantém-se atento à resposta do governo nacional diante da ameaça tarifária de 50% anunciada por Donald Trump, a ser aplicada a partir de 1º de agosto. As autoridades brasileiras enfrentam desafios na abertura de canais de diálogo com os líderes da maior economia do mundo.
Além das questões comerciais internacionais, os investidores também estão de olho na agenda de dados e balanços. Destacam-se a nota de política monetária do Banco Central, o relatório mensal da Dívida Pública referente a junho e o resultado trimestral da Telefônica (VIVT3), que será divulgado após o fechamento dos mercados.
Os agentes financeiros continuam se preparando para as decisões de política monetária tanto do Banco Central do Brasil quanto do Federal Reserve, ambas programadas para quarta-feira. No mercado financeiro internacional, os índices futuros em Wall Street apresentam variações positivas, com o Dow Jones Futuro avançando 0,06%, o S&P Futuro em alta de 0,18% e o Nasdaq Futuro registrando aumento de 0,35%.
A Ásia-Pacífico encerrou a sessão sem uma direção clara, com investidores aguardando mais detalhes sobre as negociações entre EUA e China em Estocolmo. Na Europa, os mercados atingiram a máxima em quatro meses após o anúncio do acordo comercial entre Estados Unidos e União Europeia. O pacto prevê a redução da tarifa básica sobre a maioria das importações europeias para 15%, bem como investimentos significativos do bloco europeu nos EUA.
Os preços do petróleo registraram alta após os acordos comerciais entre EUA e UE, juntamente com a possibilidade de extensão da trégua tarifária com a China. Esses fatores diminuem as preocupações em relação a taxas mais altas que poderiam impactar a atividade econômica e a demanda por combustível. Por outro lado, as cotações do minério de ferro na China encerraram em baixa nesta segunda-feira.
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