Os principais índices em Nova York fecharam ontem em alta, impulsionando os mercados globais após o Federal Reserve sinalizar uma política de flexibilização das taxas de juros. O Dow Jones subiu 0,27%, o S&P 500 teve alta de 0,48%, e o Nasdaq valorizou 0,94%.
Essa movimentação favorável foi refletida nos juros futuros, que encerraram a sessão de ontem em alta. As taxas variaram ao longo da curva, com destaque para o DI1F26, que ficou em 14,89%, e o DI1F35, que encerrou a 13,40%.
O dólar comercial encerrou ontem com uma alta de 0,33%, seguindo a tendência de valorização frente ao real e outras moedas internacionais. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas, atingiu 97,37 pontos.
No mercado nacional, a cotação do dólar apresentou os seguintes valores: venda a R$ 5,319, compra a R$ 5,319, mínima de R$ 5,270 e máxima de R$ 5,319.
O Ibovespa fechou ontem com uma baixa de 0,06%, aos 145.499,49 pontos. Apesar disso, o índice acumula ganhos no ano, com alta de 20,96% até o momento. Na semana, houve uma valorização de 2,27%, e no mês de setembro, de 2,88%.
Durante a semana, a evolução do Ibovespa foi a seguinte: alta de 0,90% na segunda-feira, 0,36% na terça-feira, 1,06% na quarta-feira e uma pequena queda de 0,06% na quinta-feira.
No que se refere às ações negociadas, as maiores baixas de ontem foram registradas nos papéis da USIM5, AZZA3, VAMO3, CVCB3 e ASAI3. Já as maiores altas foram observadas em NATU3, MOTV3, HYPE3, BRAV3 e SBSP3. Entre as mais negociadas, destacaram-se BBAS3, PETR4, NATU3, VALE3 e MRFG3.
O mercado futuro dos EUA opera de forma mista e sem força, refletindo as incertezas e oscilações após os recordes atingidos recentemente. O panorama internacional, com destaque para a teleconferência entre Trump e Xi, e as decisões de juros na China e no Japão, também contribuem para a volatilidade observada nos mercados.
Os investidores seguem atentos às decisões de cada país, buscando entender os impactos que podem gerar nos mercados financeiros. A expectativa é que haja uma recuperação econômica global, mas ainda há desafios a serem superados diante do cenário de incertezas e variações nos indicadores econômicos.
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