Os índices futuros dos EUA registram avanço próximo das máximas históricas, trazendo expectativas positivas para o mercado financeiro. Enquanto isso, no Brasil, o volume de vendas do comércio varejista teve variação de -0,1% em junho deste ano em relação a maio, com a média móvel trimestral em -0,3%.
A CVC (CVCB3) registra prejuízo ajustado triplicado no segundo trimestre, chegando a R$ 15,9 milhões, mesmo com o crescimento das reservas confirmadas para R$ 4,08 bilhões. Já a rede de varejo Americanas reduziu seu prejuízo para R$ 98 milhões no mesmo período, retomando o processo de venda da operação de hortifrutis Natural da Terra.
A Agência Internacional de Energia (IEA) elevou sua previsão de crescimento da oferta de petróleo para este ano, após a decisão do grupo Opep+ de aumentar a produção. A demanda mundial de petróleo, no entanto, foi reduzida devido à fraca atividade econômica em algumas regiões, com um aumento previsto de 680.000 barris por dia.
As tensões entre Rússia e Estados Unidos, as ações em Gaza e a disputa comercial entre EUA e China impactam o cenário global. O dólar comercial encerrou com baixa de 1,06%, atingindo o menor valor desde junho do ano passado, refletindo o alívio nos dados de inflação nos EUA.
Os mercados da Europa e da Ásia apresentaram avanços, impulsionados por expectativas de cortes de juros nos EUA e negociações comerciais. Nos Estados Unidos, os índices futuros apontam para altas próximas de recordes, seguindo a tendência de valorização das bolsas em Nova York. O Ibovespa fechou com alta de 1,69%, alcançando 137.913,68 pontos.
O cenário econômico internacional e as movimentações da Bolsa de Valores apresentam oscilações significativas, impulsionadas por eventos geopolíticos, dados econômicos e decisões de órgãos reguladores. Os investidores monitoram de perto as notícias e aguardam desdobramentos que possam impactar os mercados financeiros nos próximos dias.
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