Os índices futuros dos EUA apresentaram queda nesta segunda-feira, após recordes registrados na sexta-feira. O Ibovespa tenta firmar reação, com alta de 2,57%, enquanto o dólar é pressionado nas mínimas e o S&P 500 atinge a máxima. No cenário internacional, o índice de clima de negócios da Alemanha atingiu o nível mais alto em 15 meses em agosto, segundo o instituto Ifo. Por outro lado, as projeções para o câmbio, PIB, Selic e IPCA caíram em alguns cenários, de acordo com o Boletim Focus.
A Família Coelho Diniz ampliou sua fatia no GPA para quase 25% e pediu eleição de um novo conselho. Os acionistas explicaram que buscam representatividade proporcional à participação acionária atual.
A confiança do consumidor recuou em agosto, de acordo com o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE. E a inflação medida pelo IPC-S caiu 0,13% na terceira quadrissemana de agosto, acumulando alta de 4,08% nos últimos 12 meses.
Os mercados europeus operaram em baixa, com parte da euforia em torno das expectativas de cortes nas taxas de juros do Federal Reserve diminuída. Enquanto isso, as bolsas da Ásia-Pacífico fecharam em alta, lideradas pelos mercados da China e de Hong Kong.
Os índices futuros nos EUA operaram em queda após os fortes ganhos da semana passada. A semana será marcada pelo balanço da Nvidia e pela divulgação do índice de preços de despesas de consumo (PCE). Jerome Powell sinalizou para a possibilidade de cortes de juros durante o simpósio de Jackson Hole.
Na sexta-feira, o Ibovespa fechou com alta de 2,57%, aos 137.968,15 pontos. Em agosto, o índice acumulou alta de 3,68%. Os destaques de altas e baixas, assim como as ações mais negociadas, foram diversos no mercado.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, afirmou que a Ucrânia planeja garantir pelo menos US$1 bilhão por mês para comprar armas dos Estados Unidos. No cenário político nacional, a prisão domiciliar imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro foi considerada justa pela maioria, segundo pesquisa Genial/Quaest.
O cenário econômico internacional continua sendo influenciado por diversos fatores, como as expectativas de cortes de juros nos EUA e a confiança das empresas alemãs. No Brasil, a movimentação na Bolsa de Valores e as projeções para indicadores econômicos como o PIB, Selic e IPCA reforçam a dinâmica do mercado financeiro. Acompanhar as notícias e os desdobramentos dos eventos políticos e econômicos é essencial para entender a movimentação dos mercados.
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