Os índices futuros dos EUA recuaram diante da iminente paralisação do governo federal norte-americano. Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta, porém a preocupação com a possível paralisação impactou a sessão, levando o mercado a encerrar no vermelho. A divulgação do relatório do mercado de trabalho dos EUA, conhecido como payroll, também pode sofrer atrasos.
A incerteza gerada pela paralisação do governo pode aumentar a volatilidade do mercado financeiro, conforme alertou Jasck Janasiewicz, estrategista-chefe de portfólio da Natixis Investment Managers. A semana encerrou com o Dow Jones subindo 0,18%, o S&P 500 avançando 0,41% e o Nasdaq registrando alta de 0,31%.
Os juros futuros encerraram a sessão anterior com queda, com destaque para o DI1F27, que registrou uma variação de 0,010 ponto percentual. As taxas ao longo da curva também apresentaram reduções, indicando um cenário de queda nos juros futuros.
O dólar comercial encerrou o dia anterior com uma alta de 0,02%, mantendo-se praticamente estável em relação ao real. Enquanto o índice DXY, que mede a performance do dólar em relação a outras moedas, teve uma queda de 0,13%, fechando em 97,78 pontos. No acumulado do mês, o dólar fechou com uma alta de 3,30%.
No cenário da Bolsa de Valores, as maiores baixas do dia anterior foram MGLU3, PCAR3, LREN3, USIM5 e VAMO3. Já as maiores altas foram registradas por BEEF3, MRVE3, CURY3, IRBR3 e CXSE3. Entre as mais negociadas estiveram PETR4, ITUB4, MGLU3, RAIL3 e PETR3.
O Ibovespa encerrou o dia anterior com uma baixa de 0,07%, alcançando a marca de 146.237,02 pontos. O índice oscilou entre a máxima de 147.578,39 pontos e a mínima de 145.774,24 pontos. O volume financeiro atingiu R$ 23,20 bilhões.
Na semana, o Ibovespa apresentou um aumento de 0,54%, enquanto no mês registrou uma alta de 3,40%. No terceiro trimestre de 2025, o índice acumula ganho de 5,32%, e no ano de 2025, a variação é de 21,58%.
Com os impactos da potencial paralisação do governo dos EUA, os mercados financeiros globais são influenciados por incertezas. Os investidores acompanham de perto os desdobramentos políticos e econômicos, buscando se posicionar da melhor forma diante do cenário volátil. Enquanto isso, a Bolsa de Valores brasileira e os índices internacionais seguem sob a influência de eventos como a negociação do orçamento federal americano e a divulgação de dados econômicos.
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