Os principais índices de Nova York fecharam de maneira mista na última sexta-feira, encerrando a semana com ganhos. O Dow Jones teve alta de 0,08%, o S&P 500 recuou 0,29% e o Nasdaq caiu 0,40%. Os investidores em Wall Street permaneceram cautelosos, especialmente após a divulgação da inflação ao produtor e dos dados de vendas no varejo de julho, que apontaram um cenário favorável para o consumidor americano. A confiança do consumidor, no entanto, recuou, de acordo com pesquisas.
Os juros futuros encerraram a última sessão em queda em toda a curva. Destaque para o DI1F26, que fechou a 14,895%, com variação de 0,005 ponto percentual. Já o DI1F35 encerrou a 13,520%, sofrendo uma queda de 0,060 ponto percentual.
O dólar comercial registrou queda de 0,35% na última sexta-feira, fechando a R$ 5,398. A divisa norte-americana também teve queda em relação às principais moedas do mundo, resultando em um índice DXY de 97,86 pontos, uma variação de menos 0,40%. Na semana, o dólar acumula uma queda de 0,64%.
Na sexta-feira, as ações que mais caíram foram EMBR3, SMTO3, CSNA3, PETZ3 e BRAV3. Enquanto as maiores altas ficaram por conta de MRFG3, PCAR3, BRFS3, BBAS3 e AZZA3. As negociações mais movimentadas foram de BBAS3, PETR4, ITUB4, EMBR3 e LREN3.
O Ibovespa fechou a sexta-feira a 136.340,77 pontos, registrando uma queda de 0,01%. A máxima do dia foi de 136.431,44 pontos, enquanto a mínima foi de 135.583,07 pontos. O volume negociado foi de R$ 24,80 bilhões.
Durante a semana, o índice apresentou a seguinte evolução:- Segunda-feira (11): -0,21%- Terça-feira (12): +1,69%- Quarta-feira (13): -0,88%- Quinta-feira (14): -0,24%- Sexta-feira (15): -0,01%- Semana: +0,31%- Agosto: +2,46%- 3º trimestre de 2025: -1,81%- 2025: +13,35%
Essas variações refletem o cenário volátil dos mercados financeiros, influenciados por eventos globais e locais, como a reunião entre os presidentes Putin e Trump, que gerou especulações entre os investidores. As perspectivas otimistas em relação à economia americana, impulsionada pela inteligência artificial e cortes de juros, destacadas por Jay Hatfield, CEO da Infrastructure Capital Advisors, contribuem para a manutenção do mercado em um momento de sazonalidade desfavorável.
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