Nesta segunda-feira, os índices futuros dos EUA apresentam leves ganhos, com investidores de olho na decisão sobre a política monetária do Federal Reserve, marcada para quarta-feira. Atualmente, a taxa de juros americana está entre 3,75% e 4%, e a expectativa é de uma redução de 0,25 ponto percentual. Na sexta-feira, após a divulgação do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE) de setembro abaixo das expectativas, as ações fecharam em alta.
Os principais índices em Nova York encerraram a última sexta-feira com ganhos, após a divulgação dos dados do PCE de setembro, que mostraram uma inflação dentro do esperado. Isso reforçou a expectativa de um possível corte de juros na próxima reunião do Fed. O Dow Jones subiu 0,22%, o S&P 500 avançou 0,19% e o Nasdaq teve alta de 0,31%.
Já o dólar comercial fechou a sexta-feira com uma forte alta de 2,28% em relação ao real, interrompendo uma sequência de três quedas consecutivas. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar em comparação com outras moedas, fechou em 99,01 pontos. A cotação do dólar ficou em R$ 5,431 para venda e R$ 5,431 para compra, com máxima em R$ 5,486 e mínima em R$ 5,300.
Por outro lado, o Ibovespa fechou a última sexta-feira com uma queda de 4,31%, atingindo os 157.369,36 pontos. A máxima registrada foi de 165.035,97 pontos, enquanto a mínima ficou em 157.006,61. O volume movimentado chegou a R$ 44,40 bilhões. Na semana, o índice acumulou uma perda de 1,07%, assim como no mês de dezembro. No último trimestre de 2025, o índice apresentou uma alta de 7,30%, enquanto no ano, a valorização foi de 30,68%.
Os índices futuros dos EUA avançam nesta segunda-feira, em uma semana marcada pela decisão sobre a política monetária do Federal Reserve. A expectativa é de uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros americana. No cenário internacional, a China registrou um aumento nas importações de soja em novembro, atingindo o nível mais alto desde 2021, impulsionadas por fortes compras da América do Sul e uma trégua comercial com os EUA. As exportações chinesas também cresceram em 5,9% em novembro.
Na Europa, as bolsas operam sem direção única, com os investidores atentos à decisão de política monetária do Banco Central dos EUA. Na Ásia, os mercados encerraram o dia de forma mista, com destaque para o aumento das exportações chinesas e a queda no PIB do Japão no terceiro trimestre.
O IPC-S da primeira quadrissemana de dezembro subiu 0,26%, acumulando uma alta de 3,99% nos últimos 12 meses. Enquanto isso, a projeção para a inflação pelo IPCA caiu para 2025 e 2026. Já as projeções para o PIB e a Selic tiveram variações em diferentes períodos, demonstrando as expectativas para a economia brasileira nos próximos anos.
Em resumo, os mercados internacionais e domésticos estão sob influência de diversos fatores, como a decisão do Fed, os dados da economia chinesa e japonesa e as projeções para a economia brasileira. Os investidores permanecem atentos a essas variáveis, em busca de oportunidades e estratégias para os próximos períodos. A volatilidade e a incerteza continuam a marcar o cenário econômico global, exigindo cautela e análise por parte dos agentes do mercado.
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